Festa em Paris
Brasil joga contra França com uniforme comemorativo
A seleção brasileira de futebol usa nesta quinta-feira, no jogo contra a França em comemoração do centenário da Fifa, um novo uniforme. A novidade foi inspirada na roupa usada em 1914, primeira partida oficial da seleção brasileira que jogou contra a equipe inglesa do Exeter City, no Rio de Janeiro, em ocasião da fundação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Para este jogo comemorativo, a Fifa solicitou à CBF que o Brasil se apresentasse com um uniforme histórico. A camisa que os jogadores usarão no Stade de France é branca, assim como o calção, tem gola pólo, cordões no decote e será usada apenas no primeiro tempo do amistoso (no segundo, o time brasileiro voltará a vestir seu uniforme atual).
O uniforme todo branco da Seleção Brasileira foi usado até a Copa de 1950, realizada no Brasil. Na Copa de 1954, na Suíça, o país usou a camisa amarela pela primeira vez e, a partir daí, a fez conhecida no mundo todo como símbolo do futebol brasileiro, o único que venceu cinco campeonatos mundiais.
Chore................de rir
Se você pensa que já viu tudo na vida ou na internet, você esta errado!
Que tal conhecer um Club tradicional de Olinda?
Entre e Chore.
A Rima
Dois bêbados estavam num bar conversando quando um resolveu fazer uma aposta:
- Vamo apostar 100 prata pra quem fizer a melhor rima?!
- Bora, vamo sim, véi! - Diz o outro. E o desafiante emenda:
- "Rima com rima: Comi tua prima!"
E todos ao redor caem na gargalhada! Aí é vez do outro, que manda:
- "Rima com rima: Comi tua irmã!"
- Mas nem rimou, sua besta! - Diz um bêbado.
- Mas que eu comi, comi...
Galinha dos ovos de ouro...
Hotel de Nova York cobra US$ 1.000 por omelete
Misture seis ovos, cebola picada, manteiga, creme de leite, carne de lagosta e caviar. Bata tudo, coloque no fogo e voilà! Você tem uma omelete.
Surpreso em encontrar esta receita aqui? O motivo não está no prato, mas no cardápio do hotel Norma, de Nova York. A omelete custa a ninharia de US$ 1.000 (pouco mais de R$ 3.000.
O gerente do hotel, Steven Pipes, justificou o preço exorbitante. "A cada seis meses colocamos novos pratos no menu. Não gostamos que as coisas fiquem monótonas", declarou ao jornal "New York Daily News".
Surpresa! Até agora ninguém aceitou o desafio de pedir a omelete. "Não quis acreditar que era o preço de verdade. Quando vi US$ 1.000 no menu, pensei que se referisse à quantidade de calorias, é um escândalo", disse ao jornal Virginia Marnell, 59.
Frase do dia...
"Eleição sem Maluf é que nem mulher sem periquita".
José Simão
Rio está fora da disputa para ser sede dos Jogos de 2012
A esperança do Rio de Janeiro organizar as Olimpíadas de 2012 chegou ao fim nesta terça-feira. Nesta manhã, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o belga Jacques Rogge, anunciou as finalistas para receber os Jogos. E a cidade brasileira ficou de fora da lista.
Além do Rio, Havana, Leipzig e Istambul também foram preteridas. As cinco finalistas são Paris, Nova York, Moscou, Londres e Madri. O anúncio marca uma nova fase do processo de escolha da sede, cuja votação final acontecerá no dia 6 de julho de 2005, em Cingapura.
Rogge informou que a lista das finalistas pode ficar ainda menor até a data da escolha, já que qualquer uma das cinco também pode ser retirada antes de julho do ano que vem.
Agora, o Brasil se concentra em um possível prêmio de consolação, já que o presidente de Fifa, o suíço Joseph Blatter, já anunciou que a América do Sul abrigará a Copa do Mundo de 2014 e o país deve ser o único candidato.
Fonte: Agências Internacionais
Homens e mulheres
Mulher feia é que nem pantufa, em casa é até confortável, mas quando a gente sai na rua dá uma vergoooonha...
Homens são iguais a caramujos: São gosmentos, rastejam, e ainda pensam que a casa é deles!!!
Outro dia, no banheiro da rodoviária...
Um anão entrou no banheiro masculino de uma rodoviária e viu um rapaz urinando no mictório. Aproximou-se do rapaz, olhou para o pênis dele e puxou assunto:
- Hã... Desculpe interromper. É que eu sou médico e pela coloração do seu pênis o senhor pode estar com uma doença venéria muito grave!
O rapaz olhou para o anão meio assustado:
- Doutor, o senhor tem certeza?
- Bem, para ter certeza eu precisaria ver de perto!
- Mas o senhor é tão pequeno! Vou ter que me ajoelhar neste chão sujo para o senhor olhar!
- Não é necessário! - disse o anão - Eu sempre carrego comigo este banquinho portátil!
O anão subiu no banquinho, chegou o rosto bem perto do pênis do rapaz e, com um bote certeiro, prendeu-lhe entre os dentes!
- Eeeeei! Solta o meu pênis, seu sem vergonha!
O anão então fala com a boca cheia:
- Esperaí, rapaz... Você tá pensando que eu sou fresco, né? Pois eu não sou, não! Isso é um assalto!!!
- Um assalto? - falou o rapaz assustado.
O anão responde:
- Isso! Vá logo passando a carteira senão eu pulo do banquinho!
Deslocado em Cannes, "Shrek 2" tem mais aplausos até agora
Por: Sérgio Dávila
Provocação e mercado. Não há outra justificativa para um filme como "Shrek 2" estar na competição da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2004. OK, é uma grande comédia, conforme comprovou a platéia que assistiu ao filme na manhã de sábado, que coroou a sessão com os maiores aplausos até agora.
Mas, do presidente do júri, Quentin Tarantino, ao diretor artístico do festival, Thierry Fremaux, passando pelo Ogro e o Burro, será que alguém realmente acha que o longa do estúdio Dreamworks vai levar a Palma de Ouro para casa? Em 2001, "Shrek 1" pelo menos tinha o ineditismo de ser a primeira animação a competir em 50 anos de Cannes; já "Shrek 2", apesar de ser o primeiro filme do festival a ter sua continuação também na competição, nem a única do evento é, pois divide as atenções com "Ghost in the Shell 2 - Innocence", do japonês Oshii Mamoru.
A explicação? Provocação de Fremaux, certamente, que montou o festival mais pop e iconoclasta dos últimos tempos. Mas também mercado, mercado, mercado. "Shrek 1" faturou US$ 260 milhões só nos EUA, US$ 475 milhões no mundo todo. Desde então, a DreamWorks de Steven Spielberg, David Geffen e Jeffrey Katzenberg firmou-se como a única capaz de desafiar a hegemonia da Disney no gênero. Tanto que já prepara "Shrek 3" para 2006 e "Shrek 4" para o fim da década e aceitou pagar a Myers, Eddie Murphy e Cameron US$ 10 milhões cada um só pelo uso da voz deles na seqüência, um valor sem precedentes nesse setor.
"Nunca houve período melhor para a animação do que hoje em dia", entusiasma-se Katzenberg, diretor do setor de animação do estúdio que bancou ainda os ótimos "Formiguinhaz" (1998) e "A Fuga das Galinhas" (2000).
E o filme em si? É hilariante, como o primeiro. Tem dezenas de referências, de filmes, de programas de TV e mesmo da vida dos artistas envolvidos na produção, e sacaneia com meio mundo de Hollywood. Começa com um Príncipe Encantado (voz de Rupert Everett), desatualizado, indo salvar Fiona (Cameron Diaz) no castelo e encontrando na torre o Lobo Mau transformista deitado lendo a revista "Pork Ilustrated".
Daí para a frente, é pelo menos uma boa risada por página de roteiro, que é mais do que a média das sitcoms das TVs consegue. Shrek (Mike Myers) e Fiona vão visitar o Reino Muito Muito Distante, na verdade uma Hollywood medieval, que tem até o famoso letreiro na montanha escrito "Far Far Away". As ruas lembram Beverly Hills, com lojas como "Versachery" e "Barneys Old York".
Lá, conhecem os pais de Fiona, que são a rainha e o rei (vozes de Julie Andrews e John Cleese) de Muito Muito Distante; este não aceita o casamento e tenta sabotá-lo com a ajuda da Fada Madrinha (a sensacional Jennifer Saunders, a Edina de "Absolutely Fabulous"), que quer emplacar seu filho, o obnóxio Príncipe Encantado, no lugar do ogro.
Além dos acima, surge um novo personagem, o Gato de Botas, cuja voz espanholada de Antonio Banderas só faz ficar mais engraçado. Tem ele, Shrek e o Burro (Eddie Murphy) sendo presos ao vivo na TV, num programa que imita "Cops" (no caso, "Knights", cavaleiros) e que dá um close no Gato na hora em que é encontrado um pacote de "catnip".
Tudo excelente de novo, mas não era o caso de estar de novo em Cannes.
Fonte: UOL Cinema
Estréias desta semana nos teatros de São Paulo
BRINCANDO EM CIMA DAQUILO – Comédia. Espetáculo brinca com o cotidiano de homens e mulheres, através do olhar feminino, em cinco esquetes que discutem a mulher na busca de plenitude, domínio,afirmação e estabilidade, formando um painel da sua situação atual. Texto Dario Fo e Franca Rame.Dir.Roberto Vignati.Com Abigail Tatit, Giovanna Vitulli e Zeza Kurt Mota. 80 min. 14 anos. Teatro Ruth Escobar – Sala Gil Vicente (317 lug.). R. dos Ingleses, 209, Bela Vista, 289-2358, metrô Brigadeiro. 5ª, 21h. R$ 15. Até 15/7. Estréia prevista para quinta.
PEQUENOS BURGUESES – Indivíduos paralisados por suas próprias torpezas aspiram de todos os modos a uma vida melhor. São seres vulneráveis cuja única saída é modificar as relações entre as pessoas que estão à sua volta,mas são incapazes de perceber isso.Texto Máximo Górki. Trad. Zé Celso Martinez Corrêa e Fernando Peixoto.Dir.Roberto Rosa. Com Luís Serra,Mayara Norbin, Paula Ernandes, Rudifran Pompeu e outros. 134 min. 12 anos. Teatro Fábrica São Paulo – Sala 1 (134 lug.). R. da Consolação, 1.623, Consolação, 3255 5922, metrô Consolação. 6ª e sáb., 21h; dom., 20h. R$ 20. Até 11/7. Estréia amanhã.
O Jato...
O jatinho vem descendo em São Paulo, desgovernado, vai cair, mas graças à habilidade do piloto, ele consegue pousar na frente do Extra.
Passado o pânico, os passageiros começam a descer, tudo parece resolvido, quando um táxi desgovernado atropela 6 passageiros, 4 morrem.
Preso, o motorista vai ao interrogatório na Delegacia: "E aí rapaz, o piloto do avião evita uma catástrofe e você mata 4 passageiros, como é que tu não viu aquele avião a jato no meio da Washington Luis?"
"Doutor, foi o seguinte, eu peguei um casalzinho lá no shopping, eles entraram no táxi, e começaram o maior amasso que eu já vi, mas eu ali: 100% de atenção no trânsito."
"Sim e o que isso tem à ver?" - diz o Delegado.
"Bem, ele tirou a blusa dela, se grudou nos peitos, e eu só ali no espelhinho, 90% de atenção no trânsito".
"Então ela abriu o zíper e caiu de boca no rapaz, e eu ali, 40% de atenção neles e 60% no trânsito".
"Tá, e aí?"
"Bom, mais ou menos ali perto da Indianópolis, ela tirou aquilo do rapaz da boca que ficou apontado pra minha nuca, então fiquei com 90% de atenção neles.
"Trânsito livre não é, doutor, dei uma olhada no espelho, o rapaz levantou, olhou para mim e gritou: olha o jato!!!"
"A única coisa que pude fazer foi abaixar a cabeça e aí deu nisso..."
Estréias desta sexta-feira nos cinemas de S.Paulo
Tróia tenta repetir o sucesso de Gladiador
Tróia é uma história de heroísmo e derrota vergonhosa que se desenrola em grande escala, com uma armada de mil navios, exércitos enormes, egos imensos e paixões vulcânicas. Ou, pelo menos, é essa a intenção do filme. Na realidade, conforme é executado pelo diretor Wolfgang Petersen, que supostamente teria as credenciais necessárias para fazer filmes sobre guerras, Tróia vira uma história longa, que não chega a envolver o espectador por completo.
Os personagens lutam por questões que o público talvez tenha dificuldade em achar instigantes e nenhuma figura central emerge para assumir o controle. Fica claro que a Warner Bros. financiou este filme caro - que, ao que consta, teria custado US$ 175 milhões - na esperança de repetir o sucesso de Gladiador nas bilheterias.
A escolha do loiro e malhado Brad Pitt no papel do herói grego Aquiles com certeza fortalece suas chances de sucesso mundial, mas as batalhas lembram as colisões frontais que se vêem em partidas de rúgbi, e o drama não chega a cativar.
Mulher prepara sua morte em "Minha Vida Sem Mim"
A produção hispano-canadense Minha Vida Sem Mim, de Isobel Coixet, supera com sucesso quase todos os desafios de se fazer um filme sobre uma jovem que está morrendo. Em outras palavras, a roteirista e diretora consegue evitar o sentimentalismo ou o falso otimismo, o patético e as emoções exageradas.
Em lugar disso, o filme afirma a vida de maneiras surpreendentes e gratificantes que lançam luz sobre quem são seus personagens e como, através da morte, eles passam a dar valor à vida.
Sarah Polley faz uma mulher de 23 anos, mãe de duas filhas e pobre. Ela e seu marido desempregado (Scott Speedman) vivem em um trailer no quintal da casa de sua mãe, na periferia de Vancouver. A mãe (Deborah Harry) vive permanentemente às turras com a vida, seu pai cumpre pena de prisão, e Polley mal consegue ganhar o suficiente para sobreviver com seu emprego de zeladora noturna.
Poema de Drummond inspira diretor de O Vestido
O Vestido, filme do diretor mineiro Paulo Thiago, é inspirado em um famoso poema de Carlos Drummond de Andrade, Caso do Vestido. Mas o fato do longa-metragem misturar linguagem poética e coloquial acaba fazendo com que os diálogos soem falsos.
Quando o poeta usa em sua obra o vocativo "Nossa mãe", e o repete em todo o poema, isso é um recurso de estilo, que nas mãos de Drummond é eficiente. Mas, quando as personagens do filme dizem a todo momento "Nossa mãe", soa estranho.
A "Nossa mãe" em questão é Ângela (Ana Beatriz Nogueira), uma professora que mergulha em um pesadelo quando o marido (Leonardo Vieira) a abandona para ficar com uma aventureira.
Menino precoce descobre mundo dos adultos em Valentin
O cineasta argentino Alejandro Agresti vai buscar em sua infância passada em Buenos Aires, no final dos anos 1960, os elementos usados em Valentin. O longa-metragem mostra o amadurecimento de um menino de 8 anos que já é sábio demais para sua idade.
Esbanjando encanto e simplicidade, o longa-metragem funde nostalgia e humor numa história episódica que, em última análise, mostra o nascimento de um escritor.
Em seu segundo papel no cinema, o adorável Rodrigo Noya representa o papel-título, um garoto precoce e perceptivo cujos pais, divorciados, o deixaram para ser criado por sua avó (a veterana atriz espanhola Carmen Maura), uma mulher rígida que não tem nada de bom a dizer sobre ninguém exceto seu falecido marido.