Homenagem

25 ANOS SEM JOHN WAYNE: O OESTE NUNCA MAIS FOI O MESMO...

Por:Ronaldo Hung
Para toda uma nova geração de cinéfilos, talvez o nome John Wayne não signifique nada. Mas para quem curte faroeste, ele foi a representação máxima de um gênero que praticamente não existe mais. Ele era o cowboy americano, na sua melhor essência. O “Duke”, como era conhecido.

Sua filmografia contém alguns dos grandes clássicos do cinema, como “No Tempo Das Diligências” ou “O Homem Que Matou O Facínora”.
Para os que o classificavam como um ator de um papel só, John Wayne talvez não passasse de mais um vaqueiro das telas. Mas para quem conheceu sua carreira, sabe que poucos atores trazem o que o tornou tão popular: carisma.

Numa época de grandes diretores e roteiristas, ele trabalhou com mestres como John Ford, que ajudaram a criar o mito. Americano até o último fio de cabelo, por vezes radical, o ator recebeu um Oscar de melhor ator em 1970, por “Bravura Indômita”, e também foi homenageado pela academia pelo conjunto da obra. Na ocasião, lutando contra o câncer, ao receber o prêmio, ele dizia que era bom calçar de novo as velhas botas...

John Wayne faleceu em 11 de junho de 1979, após longa batalha contra um câncer no estômago e pulmão. E deixou nas telas um legado até hoje cultuado por fãs no mundo inteiro. E partiu, como dizia a canção de “Onde Começa O Inferno”, com seu cavalo e seu rifle, seguindo a luz púrpura dos cânions...

Em tempo, estão sendo lançados agora, em DVD, mais três filmes do ator: "Rio Grande" (1950), "Rio Lobo" (1970) e "Jake Grandão" (1971).