Cinema: Homenagem

MARILYN MONROE: ETERNAMENTE LOIRA

Em 05 de Agosto de 1962 o cinema perdia um dos seus símbolos sexuais: Marilyn Monroe. A sua morte, cercada de muitas especulações, marcou o fim da carreira dessa atriz e o início do culto à sua imagem. Marilyn morreu com 36 anos, ficando eternizada nas telas. Radiante, ingênua e sensual. Ela tinha um caso de amor com a câmera. Sua imagem crescia em fotos e nos filmes. O que a tornava especial. Essa magia que dificilmente pode ser explicada é o que melhor define um astro, um símbolo sexual como Marilyn.

Sua vida pessoal foi conturbada e cheia de romances. Sua carreira contém grandes filmes (um tanto esquecidos das programações de tv), mas que marcaram época e são ótimos de se assistir até hoje. Só a imagem dela com o vestido levantado pelo vento de “O Pecado Mora ao Lado” basta para refrescar a memória de qualquer fã de cinema. Mas ela fez muito mais, como “O Rio das Almas Perdidas”, “Como Agarrar um Milionário”, “Nunca Fui Santa”, “Quanto Mais Quente Melhor” e “Os Homens Preferem as Loiras”, entre outros. Ela fez de tudo um pouco, da comédia ao drama. Alguns desses filmes existem em vídeo e, aos poucos, estão sendo lançados em DVD, para alegria dos admiradores e dando uma chance a um novo público de descobrir seus trabalhos, de que ela não foi apenas um rosto que se tornou ícone. Marilyn continuará viva através destas fitas.

Em tempo: “Quanto Mais Quente Melhor” está em cartaz em um cinema da cidade (Belas Artes). Uma chance de conhecer essa comédia de Billy Wilder (com Tony Curtis e Jack Lemmon) e confirmar que Marilyn Monroe foi de fato uma grande estrela do cinema. Pois quando imaginamos uma loira do cinema, pensamos logo nela.

Por: Ronaldo Hung