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Número de mortos em terremoto no sul da Ásia chega a 2.000

Já chega a cerca de 2.000 o número de mortos no Paquistão e na Índia em decorrência de um terremoto de 7,6 graus na escala Richter que atingiu o sul da Ásia neste sábado. A comunicação foi cortada em diversas regiões atingidas pelo tremor, o que dificulta o trabalho das equipes de resgate e impede as autoridades de fornecer um balanço preciso das vítimas.

Segundo a maior autoridade paquistanesa, Sardar Mohammed Anwar, cerca de mil pessoas morreram só na parte paquistanesa da Caxemira --a região é dividida entre Índia, China e Paquistão. "Esta é minha estimativa conservadora e o número de mortos pode ser muito maior", afirmou Anwar à rede de TV estatal. Segundo ele, a maior parte das casas na região de Muzaffarabad, local do epicentro do tremor, foi danificada e escolas e hospitais desabaram.

Só na Província paquistanesa de North-West Frontier, cerca de 800 pessoas morreram. No distrito de Manehra, os corpos de 400 crianças foram encontrados em uma escola que desabou.

Na Caxemira indiana, as vítimas fatais chegam a 300, sendo 40 soldados vítimas de deslizamentos na região de Uri, segundo informações do governo. As autoridades indianas estimam que ao menos 800 pessoas estejam feridas. O Afeganistão contabiliza a morte de, pelo menos, duas pessoas. O premiê indiano, Manmohan Singh, enviou as condolências ao presidente Pervez Musharraf e ofereceu ajuda, de acordo com comunicado do governo indiano.

O epicentro do tremor ocorreu próximo a Muzaffarabad por volta de 8h50 (horário local). O tremor durou cerca de um minuto e foi seguido por abalos secundários que puderam ser sentidos horas depois do terremoto.

Para Mohammad Hanif, do Departamento Meteorológico paquistanês, este pode ser considerado um dos piores terremotos já sentidos em Islamabad.

Na região indiana da Caxemira, um bebê de oito meses morreu soterrado por um muro de barro em Srinagar, segundo fontes do hospital da cidade. Na cidade de Sopore, também ao norte de região, 12 feridos foram levados para o hospital. Até o momento, foram registradas 50 pessoas feridas neste país.

No Afeganistão, pelo menos duas crianças morreram por razões semelhantes. Cerca de 12 habitações de barro e ladrilhos foram destruídas durante o terremoto. As mortes ocorreram no distrito de Charbag e Chapliyar, segundo Haikal Shah Falah, funcionário do governo em Jalalabad.

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Em dia chuvoso, Ralf Schumacher crava a pole para o GP do Japão

Ralf Schumacher, da Toyota, vai largar em primeiro lugar no GP do Japão, no circuito de Suzuka. Em um dia que o treino classificatório foi atrapalhado pela chuva, o piloto alemão cravou o tempo de 1min46s106, deixando para trás o inglês Jenson Button.

"Obviamente é uma sensação incrível conseguir minha primeira pole com a Toyota. E que lugar melhor para conseguir do que Suzuka, a pista da equipe e a minha favorita", comentou Ralf Schumacher após a conquista.

Schumacher foi o 12º piloto a entrar na pista, quando a chuva ainda não era forte. No entanto, a intensidade aumentou no momento em que os pilotos de ponta partiam para a pista, o que determinou a sexta pole position da carreira do alemão.

Por conta disso, o grid de largada não tem os principais pilotos do circo da Fórmula 1 nas primeiras posições. Depois de Button, que marcou 1min46s141, vem o italiano Giancarlo Fisichella. O piloto da Renault foi o último a correr sob chuva fraca e fez o tempo de 1min46s276.

Completando as seis primeiras posições estão o dinamarquês Christian Klien, da Red Bull, com 1min46s464, o japonês Takuma Sato, que perdeu seu lugar na BAR na próxima temporada para Rubens Barrichello, com 1min46s841, e o escocês David Coulthard, da Red Bull, com 1min46s892.

Michael Schumacher, que havia sido o melhor nos treinos livres, já com pista molhada, entrou para correr com pneus intermediários. Cauteloso, não conseguiu ir além do 14º tempo, ficando mais de seis segundos atrás de seu irmão mais novo.

Os dois primeiros colocados do Mundial também tiveram de lutar bastante para se manter na pista. O espanhol Fernando Alonso, já com o título assegurado, vai largar em 16º lugar, com 1min54s667, seguido pelo finlandês Kimi Raikkonen, o vice, com 2min02s309, configurando um grid de largada inusitado.

A chuva acabou ajudando o brasileiro Rubens Barrichello. Depois de registrar o tempo de 1min48s248, ele estava à frente de apenas sete pilotos. Essa marca provavelmente o deixaria fora dos primeiros dez colocados, mas, no fim, acabou em nono lugar.

Os outros brasileiros, que também treinaram sob chuva fraca, não foram bem. Felipe Massa, da Sauber, acabou na décima colocação, com 1min48s278, enquanto Antonio Pizzonia, da Williams, que havia rodada em sua volta de aquecimento, terminou em 12º lugar, com 1min48s898.

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Herbert Vianna, a caminho da recuperação plena, brilha em 'Hoje', novo CD dos Paralamas do Sucesso


Os Paralamas do Sucesso, há 23 anos na estrada, estão lançando o terceiro disco da carreira pós-acidente de Herbert Vianna. Teve ''Longo caminho'', o primeiro após a tragédia de 4 de fevereiro de 2001 com canções do baú de Herbert, "Uns dias ao vivo", o primeiro ao vivo, e, agora, ''Hoje'', com músicas compostas recentemente.

É o mesmo título do disco de Gal Costa - eles não quiseram mudar porque expressa exatamente o momento de retomada e o apontar novos caminhos. O trio Herbert, Bi Ribeiro e João Barone tem muito a comemorar. O disco mostra a vitalidade da banda, um dado significativo para quem tem 23 anos de carreira, o que afasta as dúvidas que ainda pairavam, do lado de fora, sobre uma retomada plena da capacidade criativa de Herbert. Ele não só comparece com, boas letras como se afirma como instrumentista, trocando o estilo econômico do passado por uma pegada rock'n'roll mais pesada que no disco anterior, ''Longo caminho'', assessorado pelo produtor Carlo Bartolini, grande guitarrista e tirador de som.

Herbert deixou de tomar vários remédios que atrapalhavam a capacidade operacional do cérebro e vem trabalhando freneticamente. Para compensar eventuais falhas de memória, tem registrado as idéias num gravador digital e já dispõe de material pós gravação do disco. Com o auxílio de um "laptop", está catalogando todas as músicas guardadas em seus arquivos, resgatando até canções compostas na adolescência quando tinha aulas de violão de bossa nova em Brasília.
Quando houve o acidente, Herbert perdeu a memória recente e de acontecimentos dos últimos dois a três anos, o que lhe apagou, entre outras coisas, a produção de seu terceiro e sofisticado disco solo, "O som do sim", que ele já recuperou e se confessa apaixonado pelo que fez.

O projeto que ele acalenta agora é a gravação de um disco ao vivo de violão e voz num bar, algo bem íntimo, com novas e velhas canções, mas sem data para acontecer. Agora é a vez de "Hoje", o novo disco que, com a boa execução em rádio de "Na pista", deve reforçar a agenda de shows.

Gravação e shows ao mesmo tempo
Os Paralamas não costumam parar quando vão fazer um novo disco. A exemplo de Bob Dylan, também vivem numa "Never Ending Tour", uma turnê que nunca acaba: fazem shows no final de semana e gravam no começo. O trio nunca perdeu a fome de estrada, alimentado pelo que Barone diz ser a "chama inicial" da banda, definida como "empolgação e vontade de tocar".
- O contato com o público sempre foi uma fonte muito forte de realimentação do nosso trabalho - diz Barone.
Herbert emenda:
- O grande parâmetro da gente é a expressão das pessoas que estão em cada show, gritos de alegria, de raiva, de indignação, isso tudo é um parâmetro.

O disco de 12 faixas, duas bônus, está dividido ao meio. Há músicas no formato ska/reggae vigente de 1988, quando colocaram os metais, a 2000, quando anunciaram uma virada para o rock, concretizada em "Longo caminho" (2003). O rock com mais peso e vigor, descendo a mão mesmo, está na segunda metade de ''Hoje''. No primeiro formato, a produção de Liminha, que assinou, entre outros, o seminal ''Selvagem'' (1984), no segundo, a produção é de Carlo Bartolini, que fez "Longo caminho".

- Com o Liminha trabalhamos os singles. Uma canção como ''Na pista'' não faz parte do universo de Carlinhos, ele não tem intimidade em fazer coisas mais coloridas. O disco foi mais rápido porque o Liminha e o Carlinhos trabalhavam ao mesmo tempo em suas metades e a masterização foi em Los Angeles para que uma terceira parte o americano Stephen Marcussen, trabalhasse alheio a quem produziu o quê. Ficamos curiosos porque o resultado podia ser discrepante, mas ficou tudo dentro do contexto na ordem que bolamos, vendo quando o final de uma levava ao início de outra - dizem Bi e Barone.
Fonte: O Globo

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Por: Ronaldo Hung





Semana com boas opções para todos os gostos. Dentre as várias estréias, os badalados “O Coronel e o Lobisomem” e “Os Irmãos Grimm”. Confira estas e todas as outras novidades do circuito.

O CORONEL E O LOBISOMEM
Comédia nacional, com tudo para agradar e fazer boa carreira na bilheteria. A começar pelo competente e conhecido elenco, que conta com Diogo Vilela, Selton Mello, Ana Paula Arósio (em sua estréia nas telas), Tonico Pereira, Andréa Beltrão e Francisco Milani (falecido recentemente e que foi homenageado na pré-estréia da fita).

Com uma turma desta, qualquer roteiro ganha outros contornos. Mas esta história é conhecida, baseada em livro de José Cândido de Carvalho, que foi até adaptado na televisão (a Cultura recentemente reexibiu). É uma comédia levada com competência pelo diretor Maurício Farias (em seu primeiro filme), centrada em três personagens: um típico coronel que disputa suas propriedades com um meio-irmão, que seria o tal lobisomem do título. Para complicar mais, os dois também caem de amores pela priminha (Ana Paula). Diversão com grife da dupla Paula Lavigne e Guel Arraes.

OS IRMÃOS GRIMM
O diretor Terry Gilliam fez parte do histórico grupo Monty Python e sempre povoou suas obras com toques fantásticos (quem viu “As Aventuras do Barão Munchausen”, de 1988, sabe disso). Aqui não é diferente. O trailer já dava uma amostra do que estava por vir: uma aventura em ritmo de comédia, repleta de efeitos especiais de primeira. Ou seja, tudo para uma boa sessão da tarde. O roteiro toma liberdades e transforma os irmãos Grimm, famosos por seus contos de fadas, em dois trambiqueiros do século 19, que seriam uma espécie de “caça-fantasmas” da sua época (eles se auto-denominam especializados em caçar e destruir assombrações). Até trombarem com uma bruxa (a bela Monica Bellucci) e fantasmas de verdade.

Quem é fã de cinema deve se lembrar da produção do mestre George Pal (de 1962), “O Mundo Maravilhoso dos Irmãos Grimm”, com Laurence Harvey e Karlheinz Bohm, que passava nas saudosas sessões da tarde. A dupla atual que vive os irmãos, Matt Damon e Heath Ledger (de “Coração de Cavaleiro”, com visual bem diferente) está entrosada e, diz a lenda, trocaram de papéis (na verdade um faria o papel do outro). Muito humor, do tipo onde um personagem retruca o que o outro fala e cenas de ação bem realizadas. Curiosidade: Johnny Depp seria a escolha inicial para um dos irmãos. Embora o diretor Gilliam tenha dito não estar satisfeito com o resultado final (parece que mexeram na edição contra sua vontade), é um grande passatempo e vale o ingresso.

WALLACE & GROMIT - A BATALHA DOS VEGETAIS
Os personagens desta simpática animação já ganharam dois Oscars na categoria (em 1993 e 1995) e são bem conhecidos para quem curte o gênero. É uma produção mais indicada aos adultos do que às crianças. Apesar do seu visual (feito com massinhas que lembram produções antigas), é diversão de primeira. A história é só uma desculpa para as trapalhadas as dupla Wallace & Gromit: eles teriam sido contratados para cuidar das plantações de seus vizinhos fazendeiros, pois haverá um grande concurso de vegetais gigantes. Há um non-sense em certo momento, que torna ainda mais engraçada a aventura. Nas vozes, gente do calibre de Ralph Fiennes e Helena Bonham Carter.

SUPERESCOLA DE HERÓIS
Curiosa aventura que parece não ser para ser levada a sério. Se essa é a idéia, pode render uma boa diversão. O elenco é curioso: Kelly Preston (a Sra. Travolta), Kurt Russell (o Sr. Goldie Hawn), Lynda Carter (a Mulher-maravilha da tv, que também faz ponta em “Os Gatões”) e Bruce Campbell. Levado em ritmo de fantasia juvenil, é a história de um jovem, filho de super-heróis (Russell e Preston) e seus problemas na escola, onde todo mundo tem algum tipo de super-poder. Imagine um X-Men juvenil e meio amalucado. É ver para crer. No mínimo, é uma curiosidade.

O TERCEIRO OLHO
Opção do gênero suspense da semana, cuja sinopse parece interessante. Além do que, há duas belas e boas atrizes no filme: Sarah Polley (de “Go - Vamos Nessa”) e Piper Perabo (de “Showbar”). Como nem tudo são flores, há também Ryan Phillippe (de “Segundas Intenções”). Mas vamos à história: Ryan faz um cara que um dia acorda no hospital com amnésia. Seu irmão morreu e ele tem uma esposa que ele nunca viu mais gorda. E o rapaz descobre que é capaz de viajar no tempo e tenta montar este complicado quebra-cabeça. Curiosidade: inicialmente, Jennifer Love Hewitt (que trabalhou com Ryan em “Eu sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”) seria a mocinha e faria par com Christian Slater. A conferir.

EROS
Opção de filme-cabeça da semana, é uma compilação de contos dirigidos por diretores de calibre: Steven Soderbergh, Wong Kar Wai e Michelangelo Antonioni. Como o título já sugere, são histórias eróticas com toques de simbolismos, nuances psicológicas, etc. e etc. Enfim, tudo que o público do gênero gosta e que rende discussões acaloradas nos cafés culturais da cidade. São 3 episódios: um alfaiate e sua paixão em Xangai; um publicitário e suas fantasias, passado em Nova York; e a crise em um relacionamento na Toscana. No elenco, a bela Gong Li e o competente Robert Downey Jr. (retomando a carreira depois de vários problemas com drogas).

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Temas musicais de
James Bond, em mp3.
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Fase inicial do eclipse solar vista a partir da catedral
ortodoxa de Minsk, em Belarus

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Por: Ronaldo Hung





Semana cujo maior destaque é a adaptação para o cinema do seriado “A Feiticeira”. Confira todas as estréias.

A FEITICEIRA
O circuito recebe mais um seriado de tv adaptado para as telonas. Depois de “Os Gatões”, que chegou semana passada, é a vez de “A Feiticeira”, um dos mais queridos seriados família da telinha. Porém, a crítica desceu a lenha e parece que o resultado não é lá grande coisa. O próprio trailer era meio sem graça. De qualquer forma, existe sempre a curiosidade, principalmente para os fãs da bruxinha Samantha Stephens.

Na história, o fracassado ator Will Ferrell encontra uma esperança para a sua carreira, quando decide participar do remake da famosa série para o cinema. O problema é descobrir quem seria a atriz ideal para o papel principal (ou seja, o roteiro brinca com a própria produção). Até ele esbarrar com Nicole Kidman, que irá descobrir, mais tarde, ser uma feiticeira de verdade. Há tentativas de números musicais e até Michael Caine no elenco. A direção é de Nora Ephron (a mesma de “Sintonia do Amor”). Mas “Os Gatões” parecem ter levado a melhor em termos de adaptação. É ver para crer

AMOR PARA SEMPRE
Suspense inglês do diretor Roger Michell, o mesmo da comédia romântica “Um Lugar Chamado Notting Hill”. Ao que parece, esse filme é mais na linha experimental, estranhos personagens, estranhas atitudes e estranhos resultados. Não é para qualquer público, que irá se interessar pela amizade contundente e estranha entre duas pessoas que se conhecem quando ocorre um grande acidente de balonismo. Não fica muito claro se a intenção da produção é ser uma fantasia ou algo mais, deixando ao espectador tirar suas conclusões. No elenco, Samantha Morton (de “Minority Report”).

DA CAMA PARA A FAMA
Comédia espanhola, dirigida por Pablo Berger, que foi premiada no Festival de Málaga, da Espanha, levando os troféus de melhor ator, atriz, filme e direção. A ação acontece nos anos 70 e acompanha a vida de um simpático vendedor de enciclopédias, que um dia recebe uma incumbência no mínimo inusitada do seu chefe: para manter seu emprego, terá que filmar suas práticas sexuais com sua mulher. Lá pelas tantas, o cara descobre que o chefe quer mesmo é ser um grande produtor de fitas pornôs. Dá para imaginar o que acontece ao longo da trama, ao que parece um humor descompromissado e de fácil acesso. Co-produzido pela Dinamarca.

VIDA DE MENINA
Produção nacional que foi premiada com seis troféus no Festival de Gramado do ano passado (filme, roteiro, fotografia, trilha, escolha popular e direção de arte). A diretora Helena Solberg havia realizado antes uma fita sobre Carmen Miranda, “Banana Is My Business”. É um filme de época, durante a proclamação da república. Ambientado em Diamantina, enfoca a vida de uma jovem e a narrativa que a acompanha através de seu diário. Ela é aquela que se acha feia, atrapalhada, cuja fuga e forma de encarar a vida reside nos seus relatos, muitas vezes debochados, sobre os acontecimentos que a cercam. A personagem e os diários são reais, baseados na vida de Alice Brant, que usava o pseudônimo de Helena Morely.

VLADO - 30 ANOS DEPOIS
Documentário nacional abordando os acontecimentos da prisão e morte do jornalista Vladimir Herzog, que na época da infâme ditadura no país foi considerado subversivo e comunista. Produção importante, não é de fácil digestão, mas acaba se tornando necessária por retratar um período negro do Brasil e, de certa forma, abordar a liberdade de imprensa. Direção de João Batista de Andrade.

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Visitante observa instalação artística intitulada 'Hohes C!', obra do
artista Werner Reiterer em exposição no 'Art Forum', em Berlim

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Barril Gula...

Bolo-mousse de leite de castanhas-do-pará com morangos

INGREDIENTES (1 bolo de 20 cm de diâmetro)
Mousse
750 ml de leite
200 g de castanhas-do-pará moídas
250 g de açúcar
100 g de gemas (5 unidades)
20 g de gelatina em folhas
(12 folhas)
500 g de creme de leite batido em picos moles

Gelatina de morangos
6 g de gelatina em folhas
(4 folhas)
300 g de morangos já limpos
100 g de açúcar
Suco de 1 limão
50 g de glucose

Chocolate branco
400 g de chocolate branco
200 g de manteiga de cacau

Finalização
2 discos de pão-de-ló de chocolate bem finos
150 ml de Frangelico (licor italiano feito à base de avelãs) diluído em 100 ml de água

Decoração
Macarons (bolinhos feitos com massa à base de amêndoas)
Morangos frescos
Gotas de geléia de morango passada pela peneira
Folhas de hortelã

PREPARO
Mousse

Ferva o leite com as castanhas-do-pará, desligue e deixe tampado por 20 minutos.
Passe por uma peneira e separe 500 g, que é a quantidade que será trabalhada. A essa quantidade junte o açúcar e as gemas. Misture e leve ao fogo para engrossar. Não deixe ferver. Junte a gelatina hidratada, dissolva e passe pelo chinois.
Espere esfriar e incorpore o creme de leite batido.

Gelatina de morangos
Hidrate a gelatina e reserve. No liquidificador, bata os morangos com o açúcar e o suco de limão. Leve ao fogo com a glucose até ferver. Misture a gelatina e coloque em uma fôrma redonda de 16 cm de diâmetro, forrada com filme plástico. Leve ao congelador até o momento de utilizar.

Chocolate branco
Misture o chocolate derretido a 32 ºC à manteiga de cacau derretida na mesma temperatura. Reserve até a hora de utilizar.

Finalização
Coloque um disco de pão-de-ló de chocolate no fundo de um aro para bolo de 20 cm de diâmetro e regue com o licor diluído em água. Disponha uma camada de mousse por cima e depois o disco de gelatina de morangos. Repita a camada de mousse e complete com a outra fatia de pão-de-ló, também regada com o licor.
Finalize com a mousse e leve ao freezer por 4 horas. Retire do freezer e pulverize
o bolo com o chocolate branco, utilizando uma pistola de pintura. Disponha harmoniosamente os ingredientes da decoração.

Fonte: Revista Gula

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Mentirosos compulsivos têm cérebro diferente, diz estudo

Os cérebros dos mentirosos compulsivos são diferentes dos cérebros das pessoas sinceras, afirma um novo estudo

Uma equipe da Universidade da California do Sul estudou 49 pessoas e descobriu que os pacientes que eram mentirosos patológicos tinham 26% a mais de massa branca no cérebro que os demais.

A massa branca atua na transmissão de informações, enquanto a massa cinzenta as processa. Os pesquisadores acreditam que a existência de mais massa branca no córtex pré-frontal estimula a mentira.

O estudo foi realizado com voluntários recrutados em cinco agências de empregos temporários em Los Angeles.

Eles foram divididos em três grupos. Um era formado por 12 homens e mulheres com histórico de serem mentirosos patológicos. O segundo grupo, com 21 pessoas, reunia voluntários sem retrospecto de mentiras ou comportamento anti-social.

Já o último grupo contava com 16 pessoas com histórico de comportamento anti-social, mas sem o costume de contar mentiras compulsivamente.
Fonte: Site BBC Brasil

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Você sabe quantas pessoas são necessárias para trocar uma lâmpada? (É. De novo, porquê?)

Se essas pessoas forem:

Gays
Seis: um para trocar e cinco para ficar gritando:
- Linda! Poderosa! Maravilhosa! Divina! Tuuudoo!

Peruas
Duas: uma chama o eletricista e a outra prepara os drinques.

Psicólogos
Apenas um, mas a lâmpada PRECISA QUERER ser trocada.

Portugueses
Cinco: um para segurar a lâmpada e outros quatro para girarem a cadeira.

Pessoas da área de software
Nenhum. Isso é um problema de hardware.

Consultores
Dois: Um sempre abandona o trabalho no meio do projeto.

Bêbados
Um: Só pra segurar a lâmpada, enquanto o teto vai rodando.

Desenvolvedores de sistemas
Trocar pra quê! Não tem problema algum com a lâmpada velha, porque nos testes aqui no escritório ela funcionava bem.

Ativistas Gays
Nenhum. A lâmpada não precisa mudar para ser aceita pela sociedade.

Cantores sertanejos
Dois: Um troca a lâmpada e o outro escreve uma canção sobre os bons tempos da lâmpada antiga...

Machões
Nenhum: Macho não tem medo de escuro.

Patricinhas
Duas: Uma pra segurar a Coca light e outra pra chamar o papai.

Argentinos
Um só: Ele segura a lâmpada e o mundo gira ao seu redor.

Mulher com TPM
Só ela! Sozinha!!!: Porque ninguém, dentro desta casa sabe como trocar uma lâmpada! São um bando de IMPRESTÁVEIS!!! Eles nem percebem que a lâmpada queimou! Eles podem ficar em casa no escuro por três dias antes de notar que a bosta da lâmpada queimou! E quando eles notarem, vão passar mais cinco dias esperando que EU troque a lâmpada, porque eles acham que eu sou a ESCRAVA deles!!! E quando eles se derem conta de que eu não vou trocar a lâmpada, eles ainda vão ficar mais dois dias no escuro porque não sabem que as lâmpadas novas ficam dentro da merda da dispensa! E se, por algum milagre, eles encontrarem as lâmpadas novas, vão arrastar a poltrona da sala até o lugar onde está a lâmpada queimada e vão arranhar o piso todo, porque são INCAPAZES de saber onde a escada fica guardada! É inútil esperar que eles troquem a lâmpada, então sou eu mesma quem vai trocá-la! E como eu sou uma mulher independente, vou lá e troco! E SOME DA MINHA FRENTE!!!

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Titãs: nós estamos bem, obrigado
Banda paulistana visita clássicos, acrescenta novas pérolas e faz ao vivo sob medida para nova geração de fãs

Os Titãs, depois de baixar o volume em dois acústicos, passar por uma reforma que reduziu de oito para cinco a formação original e ter editado dois álbuns de estúdio, voltam ao mercado com um novo ao vivo, Titãs Ao Vivo MTV que, desta vez, vem nos formatos CD/DVD.

Segundo Branco Mello, o novo trabalho do grupo é uma celebração dos 23 anos de estrada da banda e serve para acalmar aqueles que achavam que a banda vive agora de baladas radiofônicas “Na época do Go Back, não tivemos registro de vídeo e os acústicos foram formatos específicos, que não representam a banda ao vivo. A nossa intenção foi mostrar para a geração que só conhece os Titãs por esta nova fase, que somos essencialmente uma banda de rock. Para isso colocamos no repertório músicas que não tocávamos há tempos”, explica.

Talvez essa seja a receita que deu um molho especial para músicas como Mentiras, que foi gravada por Paulo Miklos, mas que aqui aparece na voz de Sergio Britto, e Eu Não Sei Fazer Música, do polêmico Tudo Ao Mesmo Tempo Agora. E, como polêmica pouca é bobagem, a banda volta às rádios com a sintomática Vossa Excelência, que usa discurso direto para falar dos bastidores do Planalto. A opinião dos rapazes sobre o assunto também é clara: “Sempre fui cético sobre os políticos e seus partidos. Nunca achei que seria fácil transformar o Brasil. A corrupção já está arraigada no nosso dia-a-dia e não vem desse governo”, diz Tony Bellotto. Para Paulo Miklos, a música não tem a pretensão de ser panfletária. “Ela foi composta na época em que o escândalo batia recordes de audiência e tem mais a ver com indignação do que com protesto A idéia é falar sobre a preservação da democracia e tem um recado muito claro quando fala em bandidos”, enfatiza.

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Games: Sin City

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Top 1000 Songs Of The Last 30 Years(MP3 Download)
(Depois de baixar as músicas, renomeie as extensões de ".jpg" para ".mp3".)

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Tire já este traseiro gordo dai...

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Morre o humorista Ronald Golias
O humorista Ronald Golias morreu durante a madrugada desta terça-feira no Hospital São Luiz, na zona sul de São Paulo. Golias tinha 76 anos e estava internado desde o dia 8. Ele morreu de infecção generalizada.

"Ô, Cride, fala pra mãe...". Com esse bordão o personagem Pacífico foi eternizado pelo humorista Ronald Golias na Praça da Alegria, de Manoel de Nóbrega, em 1956, na TV Record. O programa foi precursor da Praça é Nossa, atualmente no ar, no SBT, com o filho do Manoel, Carlos Alberto de Nóbrega, no comando.

Um dos maiores humoristas brasileiros, Golias foi alfaiate, funileiro e participou do grupo de acrobacias aquáticas Aqualoucos. Nasceu em São Carlos, interior paulista, em 4 de maio de 1929. Entrou na televisão pelas mãos de Manoel de Nóbrega, que o conheceu na Rádio Nacional, em 1940. Nunca mais saiu do universo televisivo do humor nacional.

Mas foi no clássico Família Trapo que Golias eternizou sua melhor performance, a do Bronco, personagem nascido Carlos Bronco Dinossauro, e que Silvio Santos mandou ressuscitar no seriado Meu Cunhado, exibido até pouco tempo atrás pelo SBT.

Foi Golias quem deu a Silvio Santos o apelido de “Peru”. É que Senor Abravanel, um pouco pela timidez, um pouco pela hipersensibilidade à luz, corava diante das colegas de trabalho que o acompanhavam em suas caravanas. Manoel de Nóbrega criou daí a “caravana do Seu Peru” - anos depois, o apelido seria anulado pelo título de Homem do Baú.

Em abril de 2004, estreou na rede de Silvio Santos o programa Meu Cunhado, protagonizado por ele, ao lado de Moacyr Franco, e que vinha sendo gravado havia mais de um ano. Na época da estréia, Golias sofreu uma cirurgia para a implantação de um marca-passo no coração, no Hospital Sírio-Libanês. Em maio, voltou a ser internado, em razão de um coágulo no cérebro. E, desde então, seu estado de saúde vinha se apresentado delicado.

O programa, que estreou com 52 episódios já gravados, foi um dos últimos títulos a render mais de 20 pontos de média no ibope ao SBT. Meu Cunhado foi uma encomenda do dono do SBT a Moacyr Franco, baseado em um seriado argentino. Com um detalhe: na versão original, o cunhado do título era um sujeito de 22 anos. E Silvio Santos passou a bola a Moacyr apenas com essa ressalva: o cunhado, aqui, teria de ser o Golias. Tudo em torno de Golias. Assim tinha de ser, assim foi.

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Maluf passa mal e recebe atendimento médico na prisão

O ex-prefeito Paulo Maluf, que está preso na sede da Polícia Federal de São Paulo, na Lapa, zona oeste da Capital, por volta das 19h30 de ontem sentiu-se mal, com dores no peito, e no final da noite teve de ser atendido por uma equipe médica do Hospital sírio-libanês.

Uma ambulância solicitada pelos policiais de plantão, no início da madrugada desta terça-feira, saiu da sede da PF e retornou para ao prédio trazendo medicamentos. Médicos do Sírio-Libanês darão assistência ao ex-prefeito até às 14 horas de hoje. Policiais federais e médicos não deram mais detalhes sobre o atual quadro clínico de Paulo Maluf.

O ex-prefeito e seu filho, Flávio Maluf, estão presos no local desde o dia 10 deste mês, acusados de formação de quadrilha, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A prisão do ex-prefeito foi decretada pela juíza Silvia Maria Rocha, da 2ª Vara Criminal de São Paulo, que entendeu que Maluf, em liberdade, poderia atrapalhar o andamento do processo, ocultar provas e coagir testemunhas.

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'Era Schumacher' chega ao final com título de Alonso
Acostumado a recordes, Fernando Alonso conquistou mais um neste domingo. E foi no Brasil, terra de vencedores, mas que nunca havia visto a confirmação de um título mundial. Nunca a F-1 conheceu um campeão tão jovem. E o primeiro espanhol.

A todo início de temporada de F-1 a pergunta se repetia. "E aí, tem alguém que pode superar o Schumacher?". Poucos respondiam. Alguns arriscavam uns nomes, todos em vão. Neste ano, finalmente, a pergunta teve resposta. A cada corrida, ela se aproximava, mas foi no Grande Prêmio do Brasil que Fernando Alonso se tornou o homem que desbancou o heptacampeão mundial e roubou-lhe o cetro da principal categoria do automobilismo. Mais do que isso, se tornou o mais jovem e o primeiro campeão mundial nascido na Espanha - antes de Alonso, que tem 24 anos e 56 dias, Emerson Fittipaldi tinha sido o mais jovem a ser campeão na F-1 com 25 anos, oito meses e 29 dias.

O título poderia ter vindo na última prova, na Bélgica, mas acabou concretizado em Interlagos, circuito pelo qual já passaram verdadeiras lendas da velocidade, mas que nunca havia assistido à consagração de um campeão. O título, que já vinha sendo desenhado desde o início arrasador da Renault em 2005, começou a ganhar cores no sábado, com a pole position. No domingo, Alonso não conseguiu manter a liderança da prova mas, com uma performance segura, manteve-se entre os três primeiros na maior parte da corrida. Terminando em terceiro, garantiu os pontos necessários para não ser mais alcançado até o fim da temporada. Com isso, ele lapidou os traços finais e passou a figurar na galeria de campeões mundiais de Fórmula 1. (leia mais sobre a prova)

A carreira do espanhol não foi muito diferente das de outros pilotos que almejam competir na elite do automobilismo. Do kart, passou à F-3000 em 2000, espécie de "vestibular" para a F-1. Não teve grande sucesso, mas venceu a última etapa do ano, em Spa-Francorchamps, colocando 15 segundos de vantagem sobre o brasileiro Bruno Junqueira, já garantido como campeão da categoria.

Ao término da prova, o então adolescente de 19 anos, nascido em Oviedo, no norte da Espanha, revelou qual era o seu sonho. "Quero estar na F-1 no ano que vem". E foi isso que aconteceu, mas não da forma como ele esperava. Disputou a temporada 2001 com a frágil Minardi e não pontuou em nenhuma prova.

A campanha fez com que o promissor espanhol fosse "rebaixado" a piloto de testes na temporada seguinte, na então Benetton (que usava motores Renault e seria vendida para a fabricante francesa, mas apenas rebatizada em 2002). Sob a batuta de Flavio Briatore, diretor da equipe, desenvolveu suas habilidades com o carro com o qual viria a ser campeão.

O ano de testes fez com que Alonso amadurecesse e voltasse a ser titular em 2003, já pela Renault. Conquistou seus primeiros dois pontos na primeira prova, com o sétimo lugar na Austrália, mas viu a virada em sua carreira acontecer na etapa seguinte, na Malásia. "Esta pole foi muito importante. Melhor ainda que o pódio. Foi o princípio, um momento emocionante", conta, em seu site oficial.

No dia 24 de agosto do mesmo ano, se tornava o piloto mais jovem a vencer na F-1. Aos 22 anos e 26 dias, largou na frente e subiu ao lugar mais alto no pódio em Hungaroring. Mais do que isso, foi o primeiro espanhol a vencer, além de quebrar um jejum de vitórias da Renault da categoria desde 1983. "A vitória na Hungria teve mais importância, mas, na Malásia demonstrei que era um dos grandes. Subir e, na segunda corrida, dizer que estou aqui. Passei a fazer parte do clube dos grandes", relembrou.

E Alonso tinha razão. Em 2004, passou de aplicado a temido. Foi pole no GP da França, quando chegou em segundo. Ainda acabou em terceiro Austrália, Alemanha e Hungria, mas assistiu, assim como todos os demais competidores, à um "passeio" da Ferrari, que venceu 15 das 18 provas e garantiu o heptacampeonato para o alemão Michael Schumacher.

Assim, restou pouco espaço para o espanhol se destacar, que terminou em quarto, perdendo apenas para as Ferraris (o brasileiro Rubens Barrichello foi o vice) e para a BAR do britânico Jenson Button, único que demonstrou performance suficiente para tentar brigar com a escuderia italiana.

Os ferraristas já esperavam pela repetição do domínio em 2005, mas, dessa vez, quem roubou a cena foi a Renault e, claro, Alonso. A equipe ganhou as quatro primeiras corridas, com três conquistas do espanhol. E tudo parecia conspirar a seu favor. A Ferrari sofria e não conseguia se acertar. A Williams, com nova dupla de pilotos, não conseguia bons resultados. A McLaren quebrava demais e depois se ajeitou, principalmente com o finlandês Kimi Raikkonen, mas acordou tarde demais para brigar pelo título. Mostrou que tinha o carro mais veloz, mas não tão bom quanto o de Alonso.

Com um começo de temporada arrasador (quatro vitórias em sete corridas), ele disparou na ponta e não foi mais alcançado. No total, foram cinco poles (Malásia, Bahrein, França, Inglaterra e Brasil) e seis vitórias (Malásia, Bahrein, San Marino, Europa, França e Alemanha). Sua pior posição no grid foi um 13º lugar, na estréia, na Austrália, mas se recuperou e acabou em terceiro na prova. Primou, sim, pela regularidade: não completou apenas três GPs, Canadá, EUA e Hungria.

Nove anos, dois meses e 14 dias depois do título no kart, Alonso, que sonhava em correr na F-1, se tornou o principal nome da categoria. A dúvida se existia alguém que pode superar Schumacher já foi tirada, e o espanhol, como já previa, está entre os grandes. Resta agora saber se ele será o novo "rei" da categoria. Mas, antes disso, ainda tem festa. Em Oviedo, sua terra-natal. E nas pistas de Japão e, finalmente, China, onde receberá, o troféu mais importante de sua galeria.

By Barril de Porva!!!

Montoya ganha e Alonso é campeão

Fernando Alonso é o campeão da temporada 2005 da Fórmula 1. Apesar da vitória do colombiano Juan Pablo Montoya (McLaren) no GP do Brasil, o espanhol da Renault fez o suficiente para garantir seu título já neste domingo, em Interlagos. Ele chegou em terceiro lugar e bateu o recorde de piloto mais jovem a vencer um campeonato da categoria: com 24 anos, superou a marca do brasileiro Emerson Fittipaldi.

Ainda faltam duas etapas para o final do campeonato - dia 9 de outubro, no Japão, e dia 16 de outubro, na China -, mas Alonso já garantiu o título por antecipação. Com 25 pontos de vantagem, ele precisava apenas de um terceiro lugar no Brasil para não depender de mais nenhum resultado. E conseguiu.

Com a terceiro colocação no GP do Brasil, Alonso chegou aos 117 pontos. O seu rival direto na luta pelo título, o finlandês Kimi Raikkonen, levou sua McLaren ao segundo lugar no GP do Brasil e soma agora 94 pontos - assim, a diferença entre os dois é superior aos 20 pontos que ainda estão em disputa.

Enquanto isso, os brasileiros fizeram um corrida apagada. Enquanto Antonio Pizzonia (Williams) abandonou a prova, Rubens Barrichello (Ferrari) somou três pontos com a 6ª posição e Felipe Massa (Sauber) terminou na 11ª colocação.

A prova - A largada foi bem tumultuada. E péssima para Antonio Pizzonia. Sua Williams foi atingida pela Red Bull do escocês David Coulthard e ele teve que abandonar a corrida. “Meu carro estava em linha reta e simplesmente senti a batida por trás, bem antes de começar a frear. É triste terminar um GP na primeira volta, ainda mais no Brasil”, lamentou o piloto brasileiro.

No pelotão da frente, o pole Alonso manteve a primeira colocação, com Montoya em segundo lugar. Mas Raikkonen foi ousado e passou, ainda na primeira volta, o inglês Jenson Button (BAR) e o italiano Giancarlo Fisichella (Renault).

Com o acidente envolvendo Coulthard e Pizzonia, o safety car entrou na pista ainda na primeira volta. Aí, na relargada, Montoya partiu para o ataque e ultrapassou Alonso, que foi cauteloso para evitar qualquer acidente que o tirasse da corrida.

Alonso fez seu primeiro pit stop na 20ª volta e Raikkonen parou apenas na 30ª. Com isso, o finlandês da McLaren conseguiu ganhar a posição do espanhol da Renault e passou a ser o segundo colocado, atrás apenas do seu companheiro Montoya.

A ameaça de chuva foi constante durante as 71 voltas da corrida. Uma garoa até que apareceu, mas nada que mudasse a história do GP do Brasil.

Assim, a prova foi até o final. Apesar de nova parada nos boxes de todos os pilotos, não houve alteração entre os líderes. Montoya manteve a primeira colocação, Raikkonen ficou em segundo lugar e o campeão Alonso terminou na terceira posição.

By Barril de Porva!!!

São Paulo vence sexta seguida e quebra recorde

O São Paulo voltou a ser o velho São Paulo. O time paulista, que passou oito partidas sem vencer após ter conquistado a Copa Libertadores e chegou à zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, confirmou bom momento neste sábado e bateu o Paysandu dentro de casa por 4 a 1. Assim, tornou-se a primeira equipe nesta temporada a conquistar seis placares favoráveis consecutivos no torneio.

Nossa equipe deu a volta por cima. Estivemos em baixa, mas o São Paulo não é mais aquele. Passamos a jogar com mais consciência e voltamos a apresentar o que apresentávamos no começo do ano", comentou o animado meia Danilo, que marcou dois gols neste sábado.

Graças a esta ascensão (o São Paulo está invicto no segundo turno), o time dirigido por Paulo Autuori aparece na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 40 pontos. No entanto, a equipe tricolor diminuiu para apenas dez pontos a desvantagem para o líder Internacional, que tem 50 e joga neste domingo contra o Atlético-MG, fora de casa.

By Barril de Porva!!!

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By Barril de Porva!!!

Alonso vence primeiro "round" e conquista pole em Interlagos

Como já era esperado Renault e McLaren protagonizaram o treino classificatório para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, mas foi Fernando Alonso que venceu o primeiro "round" da briga pelo título. O espanhol garantiu a pole position com o tempo de 1min11s988.

Ele vem seguido do colombiano da McLaren, Juan Pablo Montoya, com a marca de 1min12s145. No entanto, o líder do campeonato conta com a ajuda de seu escudeiro, Giancarlo Fisichella, na terceira posição.

Kimi Raikkonen, única capaz de tirar o título de Alonso, errou na sua volta rápida e larga somente em quinto, com 1min12s781, atrás do inglês da BAR, Jenson Button, com 1min12s696.

Enquanto os líderes brigavam pela ponta do grid, os brasileiros tiveram que se contentar com as posições intermediárias. Confirmando o que Rubens Barrichello, da Ferrari, disse durante a semana, sua posição no grid deixou a desejar. "O carro estava muito bom pela manhã, mas à tarde está batendo muito no chão, parece que erraram na pressão do pneu e ainda estão analisando o que é. Era para eu estar em segundo, ou terceiro no grid. De uma certa forma deveríamos estar mais para a frente", afirmou o piloto.

O brasileiro registrou uma melhor marca de 1min13s183 e larga somente na nona posição. Mesma frustração gerou Felipe Massa, da Sauber, que larga em oitavo, depois de registrar uma melhor marca em 1min13s151. "Perdi um pouco de tempo no "Pinheirinho" e no "S do Senna", mas o importante é largar numa posição razoável e fazer o máximo para pontuar. Se chover acho que não é uma má idéia. Estou confiante", disse Massa.

Antonio Pizzonia, que substitui Nick Heidfeld na Williams, também não teve um desempenho muito animador e larga em 15º, depois de registrar 1min13s581. "Não estou muito satisfeito, pois cometi um erro no setor intermediário e perdi um pouco de tempo, mas o carro está numa estratégia boa pra corrida e espero ir bem amanhã, com ou sem chuva", disse Pizzonia.

Os pilotos Jarno Trulli, da Toyota, e Takuma Sato, da BAR, enfrentaram problemas com os motores de seus carros e foram obrigados a fazer uma troca. Com isso, ambos perdem dez posições no grid.

By Barril de Porva!!!

Por: Ronaldo Hung





Semana dominada pelo remake para o cinema do seriado “Os Gatões”. Além de uma comédia, confira todas as estréias da semana.

OS GATÕES - UMA NOVA BALADA
Este é a versão para o cinema do seriado “Os Gatões”, que foi exibido pela Globo e também pela Record (como “Os Dukes”). Não é todo mundo que conhece, mas, a exemplo de “Starsky & Hutch - Justiça em Dobro”, a fita funciona mesmo para os não iniciados. Basicamente, é uma daquelas comédias de costumes da vida dos caipiras americanos. Daí o sucesso da fórmula, que combinava dois primos bagunceiros, Bo e Luke Duke (no original Tom Wopat e John Schneider, que faz o pai em no seriado “Smallville”) e uma estonteante garota que vivia de shorts (Catherine Bach). E, é claro, um carro envenenado, um Dodge Charger, cujo som da buzina ficou famoso.

Na nova versão, quem assume os papéis são Johnny Knoxville, Seann William Scott e a cantora Jessica Simpson, que entram em conflito com as autoridades locais para salvar a fazenda da família. É filme pipoca mesmo, daqueles para não se levar a sério. Além das piadas, muita correria e uma sensual Jessica Simpson. Para os saudosistas, há ainda ponta de Lynda Carter, a Mulher-Maravilha. Uma boa sessão da tarde.

O VIRGEM DE 40 ANOS
Esta é a comédia da semana, levada nas costas pelo ator principal (Steve Carell), que faz uma espécie de “Woody Allen versão nerd”. Ele é um quarentão bem-sucedido profissionalmente, que coleciona quadrinhos e, obviamente, tem dificuldades de se relacionar com as garotas. Também é claro que os amigos dele são descolados e resolvem “dar uma força” ao amigo. Pelo próprio título, já dá para se pode imaginar o que vem... Pode ser engraçado, como também pode ser uma bomba. É arriscar para ver.

DOUTORES DA ALEGRIA
Premiado documentário da diretora Mara Mourão (vencedor em Gramado e no Festival de Cinema Brasileiro de Nova York), que acompanha os conhecidos doutores da alegria do título. São atores que se vestem de palhaços, andarilhos em hospitais, espalhando bom-humor e encantando pacientes e médicos. A fita foi rodada na USP, no Hospital das Clínicas, no Albert Einstein, entre outros locais. Mescla momentos engraçados, tocantes e humanos. Daí o encanto do grupo e desta produção, que merece ser descoberta pelo grande público. A trilha sonora é assinada por Arrigo Barnabé. Curiosidade: para realização das filmagens, os equipamentos eram embalados em pelúcia e até os auxiliares estavam vestidos de palhaços.

SAL DE PRATA
Drama vencedor do Festival de Gramado (montagem), da mesma produtora de “O Homem Que Copiava” e “Houve Uma Vez Dois Verões”. Um elenco conhecido participa: Maria Fernanda Cândido, Camila Pitanga, Marcos Breda e Maitê Proença. Na história, um casal enfrenta os tradicionais problemas de qualquer relação. Ela é economista; ele, cineasta. Dois mundos diferentes que acabam se chocando, por assim dizer. Filmado em Porto Alegre.

A BELA DO PALCO
Drama do Reino Unido, Alemanha e EUA, estrelado pela sumida Claire Danes e Rupert Everett. São atores de teatro, na época em que os homens interpretavam papéis femininos. Até que um rei decide que já é hora de acabar com essa característica, insistindo que mulheres deveriam assumir seus papéis no palco. Isso acaba com a carreira de um grande astro no assunto. Não é para todos os públicos.

By Barril de Porva!!!

McLaren domina primeiro dia de treinos para o GP do Brasil

A McLaren foi a mais rápida no primeiro dia de atividades na pista de Interlagos. A escuderia ficou com os dois melhores tempos nas sessões desta sexta-feira de treinos livres para o GP do Brasil, que será disputado no próximo domingo. O espanhol Fernando Alonso, da Renault, que pode conquistar o título mundial em São Paulo, fez o sexto tempo.

Fernando Alonso faz o sexto melhor tempo do dia no autódromo de InterlagosO treino que vai definir o grid de largada acontece neste sábado. Alonso conquista o título se terminar a corrida entre os três primeiros colocados, ou se marcar cinco pontos a mais do que o finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren.

O austríaco Alexander Wurz, piloto de testes da McLaren, fez a melhor volta do dia, com 1min11s701 registrado ainda na primeira sessão. O colombiano Juan Pablo Montoya marcou 1min12s694 para ficar com o segundo lugar.

O melhor brasileiro nesta sexta-feira foi Ricardo Zonta, piloto de testes da Toyota, que terminou o treino em terceiro lugar, com 1min12s706. Felipe Massa, da Sauber, foi o quarto colocado, com 1min12s710. Já Rubens Barrichello, em sua última prova em São Paulo com a Ferrari, foi o nono colocado no treino, com 1min13s088.

Apesar do domínio da McLaren, o finlandês Kimi Raikkonen, único que ainda pode tirar o título de Alonso na temporada, ficou atrás do rival. Ele terminou o dia em oitavo lugar, com o tempo de 1min13s065. O de Alonso foi 1min12s782.

Os tempos da segunda sessão foram, em geral, inferiores aos da primeira. Os treinos livres foram disputados com a pista seca, mas existe a possibilidade de chuva na corrida de domingo.

O único incidente do dia aconteceu com o austríaco Christian Klein, da Red Bull, que perdeu o controle do carro e bateu no Bico de Pato.