By Barril de Porva!!!

Saudades da minha infância...


Hoje eu acordei saudosista. Lembrei dos meus tempos de infância, das artes e surras... dos desenhos, da escola. Lembrei também de alguns produtos, que apesar da remodelagem mantém a mesma cara de antigamente. Um destes é o do pó royal. Eu acho esse rótulo muito legal. Eu ficava tentando ver a lata que fica dentro da lata, que fica dentro da lata...

By Barril de Porva!!!

Roubado

Colunista da Revista TRIP e ex-presidiário, Luiz Mendes conta o que sentiu ao perceber que havia sido furtado

Tchekhov, escritor e dramaturgo russo, dizia que: "Nada que é humano me é estranho". Hoje aprendi, de modo dramático e chocante, que tudo o que aconteça ao ser humano já não me é mais estranho.

Eu e minha sobrinha pegamos ônibus juntos. Ela desceria em Santana e eu prosseguiria até o bairro de Pinheiros. De lá faria baldeação para chegar em casa. Moro em Embu das Artes. Viagem cansativa em ônibus urbano, do fundo da zona norte para o extremo da zona sul, atravessando o centro da cidade de São Paulo.

O coletivo estava cheio, ela pagou as nossas passagens e ficamos de pé. Estávamos absorvidos em nosso diálogo, embora o incômodo das pessoas passando e nos espremendo contra as cadeiras. O calor estava insuportável. A chuva de verão molhara a todos. Um cheiro forte de cachorro molhado ofendia as narinas.

Logo depois que ela desceu vagou espaço. Mais que depressa e deselegantemente, me apossei do lugar. Nem olhei se havia alguém mais necessitado que eu para sentar. Estava com mochila nas costas e sacola na mão.

Segui viagem um pouco mais confortável, se é que se pode dizer isso de um transporte coletivo. Desci no centro de Pinheiros e caminhei para o ponto do ônibus que me levaria até minha casa. Uma vendedora ambulante vendia latinhas de refrigerantes mergulhadas no gelo picado. Irresistível.

Quando meti a mão no bolso para pagar, cadê a carteira? Senti o corpo superaquecer. Eu havia sido roubado. Acho que foi a minha primeira experiência como vítima. Primeiro a raiva subiu na cara. Um cravar de dentes. Quem, como? Justo eu? Não vira e nem sentira nada. Relâmpagos de desorientação e pânico me deixaram estupidificado e imóvel. Fiquei ali parado como um pano de prato sujo e úmido. O que fazer?

Meus documentos! Choque. Fora uma luta corpo a corpo para consegui-los. O título de eleitor conseguira recente, depois de esgotada toda minha paciência. Meu CPF fora cancelado e com muito esforço conseguira reabilitá-lo. O RG fora o único documento que saiu comigo da prisão. Meu alvará de soltura vive em minha carteira. Não sabia ao certo quanto possuía de dinheiro, mais de cem reais, imaginava.

Como chegar em casa agora? Não conhecia ninguém por ali. Pensei no banco. Então o susto foi maior. E os cartões do banco? O prejuízo seria maior? Como fazer? Fiquei tonto, dei passos para frente e para trás, sem direção. A quem recorrer? Angustiado, senti o desespero me tomando.

Trip. Sim, a Trip não estava longe. Mais uma vez na revista estava a solução. Segui na direção já agora mais coordenado. Quando adentrei ao prédio, me senti salvo. O editor e as meninas da produção foram solidários, paparicaram, só faltaram me dar água com açúcar.

Peguei 10 reais emprestados e continuei a viagem para casa, pensando que eu já fizera aquilo com muita gente. Quantos não se desesperaram? Doeu fundo a consciência, ao tempo em que me senti contente por estar tão distante de meu passado.

Obs.: Hoje, cinco dias depois, me telefonaram do correio de Santana; acharam minha carteira com todos os documentos, até os do banco. Claro, o dinheiro já era.

Luiz Alberto Mendes, 53, aprendeu na marra, preso, a ser o que é – escritor. Na foto, ainda moleque, no reformatório, Mendes é o da frente. Todos os outros garotos morreram. Seu e-mail é: lmendes@trip.com.br

Fonte: Revista TRIP

By Barril de Porva!!!

Alonso bate Schumacher e ganha no Bahrein; brasileiros têm problemas

Em uma batalha vencida na estratégia e na velocidade na pista, o atual campeão da F-1, Fernando Alonso, derrotou o heptacampeão Michael Schumacher e venceu o GP do Bahrein, primeiro da temporada 2006 da F-1. Schumacher, que largou na pole position, liderou a prova até a segunda, e última, parada nos boxes, quando o espanhol, que fez seu pit stop três voltas mais tarde, conseguiu voltar à frente, dividindo a curva com Schumacher e levando vantagem. "Era minha única oportunidade de ganhar a corrida e eu não podia desperdiçar", disse Alonso.

Então, os dois mantiveram-se a uma diferença de no máximo 1,5 segundo até a última volta, mas o alemão não conseguiu ser rápido o suficiente para ameaçar o espanhol, que ganhou a nona corrida de sua carreira. "Eu sabia que se conseguisse permanecer à sua frente na saída dos boxes, a corrida estaria nas minhas mãos, porque meu carro estava um pouco mais rápido do que o de Michael. E foi isso que aconteceu, foi até tranqüila a parte final da prova", resumiu Alonso.

Schumacher, por sua vez, negou estar desapontado com o segundo lugar. "Estamos obviamente felizes, são oito pontos, só dois a menos do que a vitória", disse, evitando lamentar o fato de largar na pole e deixar a vitória escapar.

Já os brasileiros Felipe Massa, que fez sua estréia na Ferrari, e Rubens Barrichello, que debutou na Honda, tiveram problemas e ficaram em posições intermediárias, muito aquém das expectativas de ambos e fora da zona de pontuação: Felipe em 9º, e Rubinho, em 15º.

No próximo domingo, será realizada a segunda corrida da temporada, o GP da Malásia.

CLASSIFICAÇÃO FINAL
1. Alonso - 1h29min46s205
2. Schumacher - a 1s246
3. Raikkonen - a 19s360
4. Button - a 19s992
5. Montoya - a 37s048
6. Webber - a 41s932
7. Rosberg - a 1min03s043
8. Klien - a 1min06s771
9. Massa - a 1min09s907
15. Barrichello - a uma volta

By Barril de Porva!!!

Schumacher é pole no Bahrein e iguala recorde de Senna

O alemão Michael Schumacher, heptacampeão da F-1, começou o ano com a pole position do GP do Bahrein, a 65ª de sua carreira, igualando um dos únicos recordes que não lhe pertencia: o de pole positions, que tinha como único recordista o brasileiro Ayrton Senna.

"Estou muito orgulhoso. Provavelmente é tudo que posso dizer sobre isso", disse Schumacher, ao ser questionado sobre a nova marca estabelecida em sua carreira. A prova que abre a temporada 2006 da categoria tem largada às 8h30 deste domingo.

Em uma demonstração de que a Ferrari está de volta à luta pelo título após um 2005 ruim, o brasileiro Felipe Massa vai largar na segunda colocação. Massa cravou 1min31s478, apenas quatro centésimos mais lento do que Schumacher, que chegou à pole com 1min31s431.

Rubens Barrichello, que faz sua estréia na Honda nesta temporada, larga na sexta colocação, seu companheiro de equipe, o britânico Jenson Button, sai em terceiro. Rubinho, entretanto, reclamou de problemas com seu carro.

By Barril de Porva!!!

Alckmin elogia Serra e diz que processo de decisão está no "epílogo"

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje que o processo de escolha do candidato do PSDB à Presidência da República está na fase final. Ele confirmou que deve se encontrar com o triunvirato tucano, formado pelo presidente nacional do partido, senador Tasso Jereissati (CE), pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e pelo governador de Minas, Aécio Neves, nos próximos dias.

"O processo está caminhando bem e com boas conversas. A decisão sai nos próximos dias. Já falei que esse processo está no epílogo", disse Alckmin. O governador sinalizou que está chegando a um entendimento com o prefeito José Serra (SP), tido como seu principal adversário no processo de escolha do candidato do PSDB à Presidência. "Nós [Alckmin e Serra] estamos sempre acordados em princípios, valores, espírito público e unidade partidária."

Alckmin jogou para a cúpula tucana a responsabilidade pela escolha do candidato do partido nas eleições de outubro. Na última semana, Tasso havia sinalizado que a definição estava nas mãos de Serra e Alckmin, que deveriam chegar a um entendimento. "O que o partido decidir nós [ele e Serra] vamos apoiar com ânimo e entusiasmo", disse ele.

Nos últimos dias aumentaram os rumores que Serra poderia se candidatar ao governo de São Paulo e assim deixar o caminho livre para Alckmin disputar a Presidência da República. Além de acabar com a disputa interna essa opção também permitiria que o PSDB tivesse um candidato forte no Estado de São Paulo, onde as pesquisas de intenção de voto mostram que os tucanos estão atrás dos petistas.

By Barril de Porva!!!

Por: Ronaldo Hung





A semana não tem grandes produções, porém há boas opções para todos os gostos. O destaque fica por conta da comédia de humor negro estrelada pelo ex-James Bond, Pierce Brosnan. Confira todas as estréias.

O MATADOR (The Matador)
Comédia de humor negro, sobre a estranha amizade entre um simples vendedor e um assassino profissional. O filme traz o ex-007 Pierce Brosnan fazendo caras e bocas como um matador meio “brega” que, durante um trabalho no México, não consegue realizar o trabalho. Tentando entender e solucionar esse problema, ele acaba conhecendo um sujeito comum, que passa por uma crise conjugal. Os dois ficam amigos e passam a ajudar um ao outro.

A fita é do astro Brosnan, que se saiu bem no papel, tendo sido até indicado ao Globo de Ouro. De bigode e destilando frases engraçadas, ele justifica conferir a fita, uma mistura bem batida de humor que rende um bom programa. É a melhor opção da semana, em se falando de fitas pipocas.

FIREWALL - SEGURANÇA EM RISCO (Firewall)
Só pelo trailer qualquer fã do astro Harrison Ford já deve ter torcido o nariz. É chato ver um cara que já foi responsável pelas maiores bilheterias do cinema envolvido num filme tão comum, que tem mais futuro na locadora do que na telona. É bom realmente um dia sair um novo Indiana Jones, pois a carreira de Ford não anda nada bem (se bem que nem ele parece estar dando muito bola para isso).

Mas vamos aos fatos. Ford vive um especialista de segurança de um grande banco que tem sua família sequestrada por um bando liderado por Paul Bettany (em seu segundo filme com o diretor, Richard Loncraine; o anterior foi “Wimbledon O Jogo do Amor”). Muitas reviravoltas, a ação costumeira no gênero. Mas o que é que Harrison Ford está fazendo nesta “roubada”?

CRY WOLF - O JOGO DA MENTIRA (Cry Wolf)
Mais um serial killer chega às telas do cinema. Pensando bem, é melhor esperar para pegar depois na locadora. É a velha e manjada história de um grupo de adolescentes de um colégio que decidem criar um assassino e espalhar boatos pela internet. Obviamente o tal maluco aparece, cometendo todos os crimes imaginados por eles. Não há ninguém conhecido no elenco (mas há participação do cantor Bon Jovi)

CLUBE DA LUA (Luna de Avellaneda)
Produção Argentina que recebeu uma indicação ao Goya, o Oscar da Espanha, de melhor filme estrangeiro. A direção é de Juan José Campanella, o mesmo de “O Filho da Noiva”. O tal clube do título é um salão de baile dos antigos, que passa por uma crise financeira. Os tempos são outros, os costumes mudaram. Tudo colabora para agravar os problemas no local. E um dos sócios está na dúvida: vender ou não o negócio?

UM HERÓI DO NOSSO TEMPO (Va, Vis et Deviens)
Fita que ganhou três prêmios no último Festival de Berlim. Acompanha a saga de um garoto e sua mãe, em um campo de refugiados do Sudão. Eles tentam entrar em Israel. Toques políticos e religiosos garantem o interesse para quem já é fã do gênero.

MULHERES DO BRASIL (Idem)
Produção nacional com elenco de gente conhecida (Camila Pitanga, Bete Coelho, Deborah Evelyn, entre muitos outros). São vários episódios onde a mulher é o foco principal. Como os cenários são diferentes locais do país (Maceió, Curitiba, Bahia e outros), o resultado é um grande painel com as diferenças culturais de cada personagem feminina, como o próprio título já deixa claro.

OS SEUS, OS MEUS E OS NOSSOS (Yours, Mine and Ours)
Comédia com cara de sessão da tarde, cujo único destaque é o elenco, formado por Dennis Quaid e René Russo. A história também é batida: os dois personagens são viúvos e foram namorados na juventude. Claro que agora sentem que a chama ainda queima e decidem resgatar a antiga paixão. O problema: ambos têm filhos aos montes. Parece conhecido? Pois quem curte cinema já se lembrou de várias antigas comédias. No caso, esta é a refilmagem de uma estrelada por Henry Fonda e Lucille Ball. Não parece muito promissor. De qualquer forma, a direção é de Raja Gosnell, que já realizou “Nunca Fui Beijada” (simpática comédia romântica com Drew Barrymore).

By Barril de Porva!!!

Honda é a mais rápida da sexta-feira do GP do Bahrein

A Fórmula 1 deu a largada para a temporada 2006 nesta sexta-feira, com os treinos livres para o Grande Prêmio do Bahrein. Após duas sessões, a Honda mostrou que poderá ficar entre as melhores do campeonato, com seu piloto de testes Anthony Davidson liderando o dia com 1min31s353.

Os pilotos titulares do time, porém, não foram tão bem. O brasileiro Rubens Barrichello fez apenas a 18ª marca do dia, com 1min34s384. Seu companheiro, Jenson Button, conseguiu ser um pouco mais veloz, ficando entre os dez primeiros, com 1min33s226.

A Ferrari, que não gerou muita confiança durante os testes da pré-temporada, marcou presença com Michael Schumacher nesta sexta-feira, e aparece com o segundo melhor tempo do dia. O alemão registrou 1min31s751.

O brasileiro Felipe Massa, em sua primeira sessão como piloto titular com o time italiano, foi o quinto mais rápido do dia, registrando 1min32s175.

O atual campeão da Fórmula 1, Fernando Alonso, da Renault, também não respondeu às expectativas e ficou somente em sexto lugar no dia. Quem mais sofreu neste primeiro dia, no entanto, foi Kimi Raikkonen, da McLaren. Como esperado depois dos testes da pré-temporada, quando o time inglês apresentou diversos problemas de confiabilidade, seu carro o deixou na mão no meio da pista, prevendo uma temporada difícil para o finlandês vice-campeão.

Os treinos classificatórios acontecem neste sábado, a partir das 8 h (de Brasília) em um novo formato. A sessão será dividida em três partes. Nos primeiros 15 minutos são definidos os últimos seis pilotos do grid. Nos 15 minutos seguintes, definem-se os seis pilotos subsequentes e, nos últimos 20 minutos, os dez carros restantes brigam pela pole position.

By Barril de Porva!!!

Fiquei curtindo meu filho, diz Marisa Monte, de volta ao mercado

Surpreendendo o mercado fonográfico, a cantora Marisa Monte está lançando dois discos ao mesmo tempo, de apostas estéticas distintas. A cantora volta às prateleiras com um álbum pop, "Infinito particular", e outro dedicado ao samba, "Universo ao meu redor".

O último disco lançado pela cantora foi "Memórias, crônicas e declarações de amor", em 2000. Depois, Marisa se juntou a Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes para formar o grupo Tribalistas, que lançou CD em 2002.

"Não quis deixar passar muito tempo entre os dois discos. Já estava pesquisando repertório de samba e, como não tinha feito turnê com os Tribalistas, pude ficar em casa por um bom tempo curtindo meu filho. Como sou muito produtiva, não aguentei ficar parada e fui organizar minhas composições, gravadas em fitas de áudio. Os dois projetos nasceram juntos", explicou Marisa.

Ela diz não ter se preocupado com as regras mercadológicas ao resolver lançar os dois trabalhos de uma só vez: "Não está escrito em lugar nenhum que é proibido lançar dois discos de uma só vez. Acho que são trabalhos diferentes, que não poderiam estar juntos, em um CD duplo, por exemplo. São dois discos bem distintos, que de certa forma se complementam. O Carlinhos Brown até brincou, dizendo que queria escutar um disco em cada fone, ao mesmo tempo. Acho que quem gosta de mim vai curtir os dois CDs", sintetizou.

By Barril de Porva!!!

Mulher...

Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher, sou minha mãe e minha filha,minha irmã, minha menina, mas sou minha, só minha e não de quem quiser, Sou Deus, tua Deusa, meu amor...

As mulheres são como as árvores: elas fincam raízes no solo dos nossos corações, têm paciência e capricho com o próprio crescimento, seus braços são poderosos e, ao abraçá-las, nossos espíritos recebem renovadas energias. Elas amam e cuidam dos seus frutos, mesmo sabendo que um dia o mundo os levará para longe.
Outras, aquelas que não dão frutos, oferecem sua sombra àqueles que necessitam de descanso. Quando açoitadas por fortes ventos da vida, elas emanam o perfume da força, trazendo calma por mais assustadora que seja a noite. Seus corações voam alto o suficiente para escutarem mais de perto os recados do céu.
Elas oxigenam as ruas das cidades, as avenidas, os acostamentos de estradas e as
beiras de rios e até as matas. Elas entendem o canto dos passarinhos e, mais do que ninguém, valorizam e protegem seus ninhos. Suportam melhor a solidão e as dificuldades da vida...
Elas nascem em maior número para que o verde da esperança jamais empalideça. Todas mulheres são árvores... e que lindas florestas elas fazem.

Minha homenagem hoje, a vocês que são nada mais que guerreiras! Feliz dia internacional das mulheres!!!

By Barril de Porva!!!

Morre Newton da Matta, a voz de Bruce Willis no Brasil

Uma notícia triste aos fãs de seriado e filmes da TV. Morreu na última segunda-feira (6/3), o ator e dublador Newton da Matta. Talvez de nome o espectador não se lembre. Mas basta dizer que ele era a voz oficial do ator Bruce Willis para todo mundo ligar o nome ao personagem.

Ele estava com 60 anos e também foi o primeiro Pedrinho do Sítio do Picapau Amarelo original. Trabalhou em várias emissoras, como Tupi e Globo. Desde a década de 60 vinha se dedicando à arte da dublagem. E foi um dos grandes nomes da área. O sucesso da série “A Gata e o Rato”, protagonizada pelo então estreante Bruce Willis, deve muito à sua voz brasileira.

Newton da Matta também emprestou sua voz ao personagem Lion (o líder do desenho Thundercats), além de ter dublado atores como Dustin Hoffman, Paul Newman, Peter O´Toole e Richard Chamberlain (no seriado Dr. Kildare).

Em sua homenagem, da próxima vez que você se deparar com um filme do Bruce Willis na tevê, aperte a tecla mute do seu aparelho, em um minuto de silêncio a um grande profissional.

Por: Ronaldo Hung

By Barril de Porva!!!

Paul Haggis está em estado de choque com o Oscar

"Apesar de todo nosso otimismo, juro que não acreditava em vencer como melhor filme", disse o diretor do filme

Paul Haggis, o diretor de Crash - No Limite, também ficou surpreso ao ouvir Jack Nicholson anunciar o prêmio máximo da Academia de Hollywood para seu filme na cerimônia do Oscar. "Apesar de todo nosso otimismo, juro que não acreditava em vencer como melhor filme. Todas apostas apontavam O Segredo de Brokeback Mountain como favorito, mas, quando Jack Nicholson disse Crash, fiquei chocado", disse Haggis.

"Sabe, tínhamos um filme pequeno, que estreou na época errada. Mas, se aparentemente dava um passo errado, nosso estúdio (Lion’s Gate) provou que estava no caminho certo.” Com isso Haggis quis dizer que Crash e os outros longas concorrentes (especialmente Brokeback e Boa Noite e Boa Sorte) chegaram para alimentar um público desejoso de histórias controversas. “Hollywood finalmente parece ter captado a mensagem da audiência, que quer sair do cinema e continuar discutindo a história”, afirmou. “Ou seja, aquele tipo de filme que pode romper relações, se o namorado não concordar com a opinião da namorada. Acho que as pessoas hoje se interessam mais por histórias que tratam de riscos humanos.”

A vitória de Crash, na opinião de seu diretor, pode ser considerada um marco na indústria cinematográfica. "Se erramos ao acreditar que estreamos na época mais imprópria, agora sabemos que o momento é o de quebrar regras. Esse é o ano em que Hollywood, com suas indicações e premiações, quebrou regras", diz o diretor.

Assalto sofrido em 1991 inspirou diretor
Haggis tem 52 anos é canadense e vive em Los Angeles há quase 15 anos. Diz que o fato de ser estrangeiro permitiu a ele lançar um olhar crítico sobre a cidade, como mostra em seu filme. Além de dirigir, ele também escreveu o roteiro, com Bobby Moresco, a partir de uma experiência pessoal, ao sofrer um assalto em que levaram seu carro em Los Angeles em 1991. O filme é um drama que acompanha a vida de vários personagens durante um período caótico de 36 horas em Los Angeles e enfoca a tolerância zero dos habitantes da cidade em relação ao tema catártico dos atritos raciais entre brancos, negros e latinos nos Estados Unidos.

A produção independente foi rodada por US$ 7,5 milhões em 34 dias e com um elenco de mais de 70 atores. Recebeu seis indicações ao Oscar 2006: melhor filme, melhor direção, roteiro original, ator coadjuvante (Matt Dillon), canção e montagem.

Haggis já havia sido indicado ao Oscar no ano passado, na categoria de melhor roteiro adaptado, por Menina de Ouro, o filme de Clint Eastwood que faturou os prêmios de melhor filme, diretor, atriz (Hilary Swank), ator coadjuvante (Morgan Freeman). Mas é mais conhecido como produtor de televisão de séries como Thirtysomething e Family Law. Seu próximo trabalho será como roteirista para na adaptação de Flags of Our Fathers, que será dirigido por Clint Eastwood.

Antecipando o Oscar, o Sindicato dos Roteiristas concedeu aos roteiristas de Brokeback, Diana Ossana e Larry McMurtry, o prêmio de melhor roteiro adaptado. Eles trabalharam sobre o conto de Annie Proulx que acaba de ser publicado no Brasil. Crash ganhou do Sindicato de o prêmio de melhor roteiro original, concedido a Paul Haggis e Bobby Moresco, em cerimônia da entidade em 5 de fevereiro.

By Barril de Porva!!!

Por: Ronaldo Hung (direto de Hollywood)





E deu “Crash - No Limite” como melhor filme do Oscar deste ano. O favorito, “O Segredo de Brokeback Mountain”, do diretor Ang Lee, ficou com 3 estatuetas (foi indicado a 8): direção, trilha e roteiro adaptado. Da mesma forma, “Crash” também levou 3 Oscars (filme, roteiro original e edição).

A festa do Oscar foi marcada por piadinhas com os gays (o que era previsto), com direito a John Wayne no telão, e pela confirmação do cacife do diretor Peter Jackson com seu novo King Kong. A fita levou 3 dos 4 prêmios técnicos aos quais foi indicada (efeito especial, edição de som e mixagem de som). Na parte da homenagem, a academia prestou tributo ao veterano Robert Altman, com uma carreira de mais de 80 filmes.

No mais, os vencedores foram os esperados, sem grandes surpresas. Foi uma cerimônia bem diferente em suas premiações. E o Oscar reflete os novos tempos. Curioso é que os filmes não são grandes bilheterias, com mais cara de cinema alternativo. Até um rap venceu como melhor canção (para quem achava que os membros da academia eram conservadores...).

As principais fitas premiadas ainda estão em cartaz na cidade. Vale a sugestão de conferir se as estatuetas foram merecidas ou não. Confira a seguir a lista com todos os premiados.

Melhor filme
"Crash - No Limite"

Melhor diretor
Ang Lee, por "O Segredo de Brokeback Mountain"

Melhor ator
Philip Seymour Hoffman, por "Capote"

Melhor atriz
Reese Witherspoon, por "Johnny e June"

Melhor ator coadjuvante
George Clooney, por "Syriana"

Melhor atriz coadjuvante
Rachel Weisz, por "O Jardineiro Fiel"

Melhor roteiro original
"Crash - No Limite" - Paul Haggis e Robert Moresco

Melhor roteiro adaptado
"O Segredo de Brokeback Mountain" - Larry McMurtry e Diana Ossana

Melhor fotografia
"Memórias de uma Gueixa" - Dion Beebe

Melhor edição (montagem)
"Crash - No Limite" - Hughes Winborne

Melhor direção de arte
"Memórias de uma Gueixa" - John Myhre, Gretchen Rau

Melhor figurino
"Memórias de uma Gueixa" - Colleen Atwood

Melhor trilha sonora
"O Segredo de Brokeback Mountain" - Gustavo Santaolalla

Melhor canção
"Ritmo de um Sonho" - "It's Hard Out Here For a Pimp"

Melhor maquiagem
"As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa" - Howard Berger e Tami Lane

Melhor edição de som
"King Kong" - Christopher Boyes, Michael Semanick, Michael Hedges e Hammond Peek

Melhor mixagem de som
"King Kong" - Mike Hopkins e Ethan Van der Ryn

Melhor efeito especial
"King Kong" - Joe Letteri, Brian Van't Hul, Christian Rivers e Richard Taylor

Melhor animação
"Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais" - Steve Box e Nick Park

Melhor filme estrangeiro
"Tsotsi" - Gavin Hood (África do Sul)

Melhor documentário em longa-metragem
"A Marcha dos Pingüins" - Luc Jacquet e Yves Darondeau

Melhor documentário em curta-metragem
"A Note of Triumph: The Golden Age of Norman Corwin" - Corinne Marrinan e Eric Simonson

Melhor animação em curta-metragem
"The Moon and the Son" - John Canemaker e Peggy Stern

Melhor curta-metragem
"Six Shooter" - Martin McDonagh

By Barril de Porva!!!

Por: Ronaldo Hung





A semana do Oscar sugere aos cinéfilos correr para as salas e assistir a o que ainda falta conhecer. O circuito tem poucas opções pipoca; por outro lado, mais concorrentes chegam às nossas telas. Confira as estréias.

SRA. HENDERSON APRESENTA (Mrs. Henderson Presents)
Drama que concorre a dois Oscars (melhor atriz e figurino). Dirigido por Stephen Frears (de “Ligações Perigosas”), tem no elenco o seu destaque, além da simpática história. Judi Dench (a atual chefe do agente 007, que dá o tom exato à sua interpretação) vive uma excêntrica personagem, na Londres antiga, que resolve ganhar dinheiro restaurando um antigo teatro. Para tanto, ela tem uma idéia ousada para a época, que foi apostar nos musicais com cenas de nudez. Para acompanhá-la nesta empreitada está um empresário do ramo teatral (Bob Hoskins). O roteiro tem bom humor e a reconstituição de época é de cinemão. Bom programa na semana.

MENTIRAS SINCERAS (Separate Lives)
Outro drama inglês, que pela sinopse parece bem “drama” mesmo. Quem não curte o gênero deve passar longe. É aquela velha história que o marido é sempre o último a saber, na visão de um casal que, aparentemente, vive feliz na relação. Até que a suspeita de um caso da esposa muda tudo. Quem curte um filme mais denso, digamos assim, deve experimentar.

RITMO DE UM SONHO (Hustle & Flow)
Esta história de um rapper está concorrendo a dois Oscars (ator e canção original). Também foi escolhido em votação popular no Festival Sundance como melhor filme. Acompanha-se a trajetória do músico, seus dramas, etc. e etc. O único requisito é gostar do estilo musical. A curiosidade é, apesar da fita se passar em Memphis, não há nenhuma referência a Elvis. Produzido por John Singleton. Recomendada uma espiada.

By Barril de Porva!!!

"Ronaldo obscureceu a magia" do Real, diz Raul

Atacante espanhol critica o brasileiro por "pensar mais em si mesmo do que na equipe" ao escolher a véspera do encontro com o Arsenal para se queixar do público

Raul, a voz mais autorizada do Real Madrid, criticou ontem, Ronaldo por suas queixas inoportunas ao público do Bernabéu. "Ronaldo errou no dia que escolheu para se manifestar", disse o capitão. "Não vou julgar suas sensações, mas o momento (a véspera do jogo contra o Arsenal, na última segunda-feira)".

"Obscureceu a magia de uma partida da Champions pensando mais em si mesmo do que na equipe", continuou o capitão. "Precisamos do melhor de Ronaldo. Precisamos dele para que consiga os gols. É o querido no Bernabéu quando marca gols e joga bem. O Bernabéu exige de todos igualmente, e ele também tem de fazer sua parte. É claro que a equipe vai ajudá-lo em tudo o que for possível."

O assessor de imprensa de Ronaldo afirmou na quinta-feira que seu representado é inocente, pois a escolha da data para as entrevistas coletivas não é responsabilidade dele, e sim do clube. As palavras de Raul transmitiram publicamente uma idéia que toma forma em todos os níveis no Madrid, a partir do vestiário.

By Barril de Porva!!!

Por: Ronaldo Hung





Em plena semana da folia, o circuito traz boas opções para quem quiser fugir do samba. Vários indicados ao Oscar continuam chegando. Confira todas as estréias.

CAPOTE
Biografia do escritor Truman Capote, indicada a 5 Oscars (filme, direção, ator, atriz coadjuvante e roteiro). O filme tomou como base um livro escrito por Gerald Clarke e tem no ator Philip Seymour Hoffman, premiado com o Globo de Ouro, um dos seus trunfos (ele está muito bem e chegou a perder peso para o papel).

Segundo divulgado, a fita foi rodada em cerca de um mês, abordando um episódio da vida do famoso escritor, que originou o famoso livro “A Sangue Frio”, quando ele se interessa pelo assassinato de uma família no Kansas (a ação acontece em 1959). Intrigado com a história e para provar sua teoria de que a vida sempre apresenta boas histórias, ele parte em busca dos fatos. Um trabalho competente. Como dica, vale lembrar que o romance foi relançado por aqui.

TERRA FRIA
A bela Charlize Theron está em dois filmes, numa destas coincidências do circuito. Além deste drama, Charlize estrela a adaptação da animação Aeon Flux. São dois trabalhos bem distintos, provando a sua versatilidade. Por sinal, ela foi eleita a "mulher do ano" na premiação Elle Style Awards, em Londres. Por este trabalho ela concorre ao Oscar de novo.

Esta fita tem um drama que acompanha a vida de uma jovem que se torna mineira, por necessidade, após um fracassado casamento com um homem violento. Com dois filhos para criar, ela acaba numa profissão extremamente machista e enfrenta as mais complicadas situações. Na realidade, o filme é baseado num romance que tomou como partida o caso real da primeira jovem a ganhar um processo por abuso sexual no trabalho. E Charlize prova, de novo, que é boa atriz, não somente mais um rosto bonito (mas quem viu “Monster” já sabia disso). Merece ser conhecido.

AEON FLUX
Ficção adaptada de uma animação criada para a MTV, que está saindo em DVD por aqui. Estrelada por Charlize Theron, que treinou com a turma do Cirque du Soleil para os malabarismos que a sua personagem realiza, a fita não foi muito bem, mas é programa obrigatório para quem gosta do gênero.

Estamos no futuro, quando uma praga dizimou toda população da Terra, restando apenas a cidade de Bregna, que fica protegida por redomas. Ali está a assassina profissional Aeon Flux (ao que parece, Michelle Rodriguez era a escolha inicial), que recebe a missão de eliminar o principal líder do local. Obviamente, no meio do caminho tem uma pedra, que fará a mocinha questionar seus atos etc. e etc. Mas não é para ficar raciocinando. É para curtir a ação e as curvas de Charlize. O que, não é um mau programa. Prepare as pipocas.

FORA DE RUMO
Jennifer Aniston parece estar em quase todos os filmes que foram lançados nos últimos meses. Brincadeiras à parte, é a história de um publicitário (Clive Owen, de “Sin City” e “Perto Demais”), casado e de saco cheio da vida, em sua rotina diária de trabalho-casa-trabalho. Eis que um belo dia ele tromba com ninguém menos que Jennifer Aniston e descobre que a vida é bela. Ninguém pode censurá-lo por isso.

A histórinha é manjada. Os dois são casados, mas o clima é intenso e dá no que dá (ou no que ela deu). E a situação se complica (assim como a fita) quando, depois de um assalto, eles são chantageados pela situação. Daí, só vendo. O elenco recomenda uma espiada.

ABC DO AMOR
Simpática comédia romântica dirigida e escrita pelo mesmo casal que criou o bom “Wimbledon, o Jogo do Amor” (com Kirsten Dunst). É a estorinha de um garotinho, cujos pais são separados. A mãe é daquelas descoladas, que acham que deve arrumar logo outro marido, enquanto o pai é um torcedor fanático por futebol. O garoto conhece uma garotinha na escola e, pronto, cai de amores por ela. Parece bem simpática esta produção, recomendada principalmente pela direção de Mark Levin, da série “Anos Incríveis” (de temática parecida, que está sendo reexibida pela TV Cultura).

UMA MULHER CONTRA HITLER
Hitler anda meio em moda no cinema. Este filme é a história real de Sophie Scholl, uma jovem que se revolta contra o ditador em Munique, acabando morrendo decaptada. A produção tem boas referências e tem feito boa carreira internacional. Concorre ao Oscar de fita estrangeira. Um daqueles programas fortes, para públicos iniciados. Mas o cinema também é isso, um espelho da realidade. Ou um lembrete que certas coisas nunca devem se repetir.

SUÍTE HAVANA
Documentário que, como o título já entrega, apresenta a capital cubana de Havana. A grande sacada deste, porém, é que não há diálogo algum, muito menos narração. Tudo é amarrado através da música. Curioso.

By Barril de Porva!!!

Bono canta com Gil e Ivete Sangalo em Salvador

Mesmo sem subir no trio elétrico, o vocalista da banda irlandesa U2, Bono, já é a principal figura do Carnaval de Salvador, que começou oficialmente ontem à noite. Simpático e sorridente, ele apareceu na sacada do camarote Expresso 2222, por volta das 22h, quando o trio no qual estava Ivete Sangalo parou em frente ao local. Ela chamou pelo cantor, que levou uns três minutos para surgir. Foi ovacionado pelo público e os dois cantaram "Vertigo", música que dá nome à turnê da banda.

Bono também se arriscou na música brasileira, quando repetia a expressão "chupa toda!", tentando cantar o refrão da música de Ivete, uma das mais populares do verão. Desta vez, Bono foi acompanhado por Gilberto Gil. Em outra performance, ele cantou até Bob Marley, para mais à frente entoar, num ritmo de samba, "Everybody is a little irish/And I am a lot brazilian" (Todo mundo é um pouco irlandês/E eu sou muito brasileiro).

O camarote de Gil foi aberto excepcionalmente ontem, sem a presença da imprensa, apenas para abrigar os integrantes da banda e alguns convidados, entre eles o produtor musical Quincy Jones. Bono foi ao local acompanhado da mulher, o guitarrista The Edge, o baixista Adam Clayton e o baterista Larry Muller.

O U2 chegou a Salvador na tarde de quarta-feira, depois de reunir mais de 140 mil pessoas em dois shows em São Paulo, na segunda e terça-feira. Na quarta mesmo, participou de um jantar na casa de Gil. O U2 está hospedados em um condomínio de luxo no litoral norte de Salvador, na praia de Busca-Vida.

By Barril de Porva!!!

Acaba meia-entrada para show do Oasis em SP

A venda de ingressos para o único show do Oasis no Brasil, no dia 15 de março, começou nesta manhã. Segundo a organização do evento, ainda restam entradas, mas acabaram os ingressos de estudante, foi reservada apena uma cota de meia-entrada.

Há filas em todos os pontos de venda, mas sem registro de confusão. Os ingressos custam R$ 120 (pista) e R$ 250 (camarote). A apresentação será no estacionamento do Credicard Hall, que comporta 14 mil pessoas.

Para a compra da meia-entrada para estudantes, será obrigatória a apresentação de documento datado ou boleto escolar. Por conta de uma parceria recente entre a CIE, que traz a banda ao país, e o Citibank, clientes do banco podem comprar ingressos antecipadamente desde a semana passada.

O Oasis vem ao Brasil mostrar a turnê "Don't Believe The Truth", do disco lançado em 2005. Com o álbum, o grupo chegou ao primeiro lugar na parada de sucessos do Reino Unido. Em todo o mundo, o CD vendeu mais de 2 milhões de cópias. A turnê, sempre com shows lotados, já teve mais de 70 concertos por Europa, Ásia e Estados Unidos, reunindo mais de 2 milhões de espectadores. A banda inglesa chega ao Brasil depois de fazer shows em Buenos Aires e Chile.

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Gil fala sobre política e carnaval com Bono na Bahia

Bono e os outros integrantes do U2 devem aparecer no Camarote Expresso 2222. Mas "eles vieram para descansar", diz Gil

O cantor e compositor e ministro da Cultura Gilberto Gil está em Salvador, na Bahia. Indagado se estaria disposto a ficar no Ministério da Cultura, caso Lula seja reeleito, Gil está indeciso. "Pode ser que sim, pode ser que não: há muitos fatores indicando que eu não deveria continuar, mas há todo um projeto sobre a cultura que gostaríamos de conduzir".

Sobre a participação de Bono Vox, vocalista do grupo irlandês e seus colegas do U2 no carnaval baiano a convite de Gil, o ministro não quis antecipar o que o astro vai fazer na festa. "Eles vieram para a Bahia descansar", disse, sem saber que dia Bono deve aparecer no Camarote Expresso 2222, organizado pela mulher do ministro, Flora Gil. Indagado se o artista poderia cantar no trio Expresso 2222, Gil foi enfático: "espero que não, daria muito trabalho". Bono e os outros integrantes do U2 estão hospedados numa casa de localização não revelada no Litoral Norte, nas imediações do Balneário Costa de Sauípe.

By Barril de Porva!!!

Segundo show do U2 é disparado muito melhor

Banda tem público maior e mais participante - a Polícia Militar calculou cerca de 7 mil pessoas a mais do que no primeiro dia - que cantou a plenos pulmões todas as letras

O segundo show do U2 no Morumbi foi disparado melhor do que o primeiro - maior participação do público, mais envolvimento, emoção, eletricidade, intensidade. Cantou alto e a plenos pulmões todas as letras, às vezes berrando para além do Morumbi, em um dia de inexplicável entrega de uma platéia. O concerto começou com atraso de 20 minutos.

A nova apresentação da banda irlandesa U2 no Estádio do Morumbi teve também um misterioso acréscimo de público, detectado pela Polícia Militar. Enquanto o público declarado pela organização, baseado no número de ingressos vendidos, era de 73 mil pessoas (lotação total), o segundo dia foi claramente superior em número ao primeiro. Toda a pista do estádio estava ocupada. A Polícia Militar calculou em pelo menos 7 mil pessoas a mais no estádio, o que daria um público de 80 mil no estádio. Como não houve venda extra de ingressos, resta um mistério. Alguns assessores da turnê confidenciaram que, no primeiro dia, havia muitos convidados de patrocinadores na platéia, gente que nem tem o grupo como objeto de admiração, portanto menos participante. Esse seria o motivo da diferença entre uma apresentação e outra.

O show começou às 21h32, com a execução mecânica de Wake Up, do grupo Arcade Fire, espécie de senha que os irlandeses adotaram para sua subida ao palco. O U2 entrou em seguida, às 21h35, com a canção já cristalizada como seu abre-alas, City of Blinding Lights, homenagem à cidade de Nova York. 'Ontem nós tocamos ao vivo para todo o Brasil. Hoje é nossa festinha particular', disse Bono, em português, revelando que estava consciente que estava diante de um novo público, mais aberto, e que não havia a obrigação da performance calculada para as câmeras. Ele continuou falando com a platéia, sempre com a autoridade de velho militante das causas humanitárias.

Agradeceu a 'novos amigos', como o arranjador e maestro Quincy Jones, presente ao show, mas quando se referiu ao ministro Gilberto Gil e ao presidente Lula, houve um pequeno princípio de vaia da platéia. Ao cantar Desire, que não esteve presente no primeiro show, içou uma nova garota da platéia, mais uma candidata a se tornar musa do Orkut por um dia. A moça, extremamente desinibida, não teve dúvidas: sacou o celular e passou a tirar fotos suas e do cantor. Em dado momento, ele arrancou o celular de suas mãos, delicadamente, e ela passou apenas a liderar o coro da multidão, agarrada ao seu ídolo.

O telão do U2 também trouxe novos 'truques' na noitada. Uma figura de um homem digital, no telão, caminhava num passo monocórdio. A figura evocava uma das esculturas do artista inglês Julian Opie, instaladas no prédio da Prefeitura de Nova York, em Chambers Street.

O cantor Bono viajaria hoje para Salvador, onde vai assistir ao carnaval baiano no camarote da empresária Flora Gil, o Expresso 2222. Flora é mulher do cantor Gilberto Gil. No dia 26, apresentam-se em Santiago, no Chile, no Estádio Nacional.

By Barril de Porva!!!

Relax...

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Que tal dar uma olhadinha neste aquário?

By Barril de Porva!!!

Bono dá selinho em fã, canta em português e agradece Lula em show para 70 mil em SP

O U2 apresentou um show de mais de duas horas no Morumbi, em São Paulo, ontem à noite. O grupo mostrou um repertório variado de sucessos de diversas fases de sua carreira, para um público de cerca de 73 mil pessoas. A banda, que já esteve outras duas vezes no Brasil, em 1998 e 2001, se apresenta novamente hoje. Os shows fazem parte da turnê "Vertigo", de divulgação do disco mais recente da banda, "How to Dismantle an Atomic Bomb", de 2004.

Durante o espetáculo, o líder do grupo, Bono, falou e cantarolou em português, levou fãs brasileiros ao palco, deu selinho em uma fã, agradeceu a "hospitalidade" do presidente Lula e fez votos de que o país se consagre "hexa" na copa do mundo de futebol. "U2 é irlandês, Deus é brasileiro", brincou o cantor, enquanto lia num ponto eletrônico, pouco antes de puxar um trecho do refrão da música "Está Chegando a Hora", o famoso "ai, ai, ai, ai...". A música que fala em sua letra que "o dia já vem raiando" introduziu "Beautiful Day".

Em "Miss Sarajevo", que na gravação original tem um dueto com Luciano Pavarotti, Bono chegou a ensaiar uma voz mais empostada, e, no final, chamou um fã da platéia, para cantar junto com ele. Pouco antes do bis, outra fã subiu ao palco. Bono cantou "With or Without You" abraçado com ela e se despediu com um selinho.

Os portões do estádio foram abertos às 15h, e os fãs do U2 que acamparam na fila, para conseguir entrar na frente, foram recompensados. A organização do show autorizou que os primeiros da fila a entrar no estádio fossem levados para a região da pista mais próxima ao palco, chamada de "golden circle", ou "círculo de ouro", em português.

O grupo escocês Franz Ferdinand, que abre as apresentações do U2 no Brasil, fez uma apresentação de cerca de uma hora antes do U2. A banda tocou 12 músicas, num repertório que trouxe sucessos como "Do You Want To...", "Walk Away", "Take me Out", "Michael" e "This Fire", que encerrou o show.

Os escoceses, considerados um dos nomes mais importantes do rock atual, acabam ter seu disco mais recente, "You Could Have It So Much Better... with Franz Ferdinand", lançado no Brasil. Depois de abrir os shows do U2 no Brasil, a banda se apresenta no Rio de Janeiro, na quinta (23), no Circo Voador, num espetáculo cujos ingressos já estão esgotados.


Veja as fotos do show no Estádio do Morumbi

By Barril de Porva!!!

Torçam. Eles podem se superar

O U2 entra hoje para seu primeiro show no Morumbi, sete anos depois, mais criativo que da vez anterior

Sete anos depois de pisar pela primeira vez num palco em São Paulo, com a turnê PopMart,o U2 volta a ocupar o mesmo Estádio do Morumbi, hoje e amanhã, com dois concorridos shows da Vertigo Tour. Nos dois dias, os portões de acesso a todos os setores do estádio vão abrir às 15 horas. O quarteto escocês Franz Ferdinand faz o aquecimento da noitada, tocando das 20 às 20h40. O horário previsto para o U2 é das 21h15 às 23h45, ou seja, duas horas e meia em que os fãs vão poder alternar emoções entre momentos de diversão dançante e discursos políticos, novas pungentes canções e hits absolutos, tudo emoldurado por uma torrente de espetaculares efeitos de iluminação e uma massa sonora de socar o estômago.

Todo show do U2 é uma celebração, como convém a uma das bandas eleitas entre as maiores da história. Não só pelo volume de público, mas em relação à qualidade artística e ao engajamento em grandes causas humanitárias - o que só faz aumentar o fã-clube, com gente de 20 a 50 anos, num círculo conseqüente. A diferença é que a banda de origem meio irlandesa (o vocalista Bono e o baterista Larry Mullen Jr.) e meio inglesa (o guitarrista The Edge e o baixista Adam Clayton) volta agora ao Brasil em melhor momento do que o anterior.

Daquela primeira vez, o quarteto atravessava uma fase de transição, com investidas na música eletrônica, nem sempre bem-sucedidas, resultando tanto em um de seus melhores álbuns (Achtung Baby, de 1991), como também no mais fraco, Pop(1997), base do repertório daquela turnê. Nesse meio tempo, o U2 recuperou sua soberania, amadurecendo artisticamente e, numa remissão às origens, voltando aos seguros braços do eterno rock-and-roll com o ótimo álbum All That You Can´t Leave behind (2000). Na trilha reaberta, seguiu-se o bom How to Dismantle an Atomic Bomb
(2004), base da turnê atual.

Por onde tem passado, pelo menos no primeiro bloco, o grupo não altera muito a ordem do roteiro que apresentou em Chicago em 2005, quando registrou o show em DVD (relançado agora no Brasil em versão dupla com um bom documentário sobre os bastidores da turnê). Foi assim no México na semana passada, onde fez os três últimos shows antes da parada paulistana. Logo de início, duas pedradas do novo álbum: City of Blinding Lights e Vertigo. A introdução é climática, com efeitos de guitarra e teclados, sob luz suave, azulada, com Bono entrando pela passarela sob uma chuva de pétalas. A primeira explosão de potência sonora e iluminação, já toda em vermelho, a cor predominante, vem na seqüência do grito de 'uno, dos, três, catorze' que introduz o novo hit, Vertigo, que desde já entra no rol de seus clássicos instantâneos (como ocorreu como One em 1991). É quando se vislumbra pela primeira vez com toda intensidade as cortinas de pixels usadas tanto para iluminação como para projetar vídeos. O entorno da passarela se enche de movimento de luz em vermelho, bem como as linhas que circundam o estádio. É um efeito de vertigem mesmo. No palco, acima das cortinas, há ainda vários telões com imagens do grupo em ação. 'Os painéis de pixels são como bolas de tênis alinhadas em uma corda', explica Willie Williams, o designer do show. 'Você não acredita no que vê, essas coisas surgem do nada.' Como a idéia é formar uma tela invisível, assim como surgem, as cortinas desaparecem. Lá pelo meio do show, à medida que ganham força as canções de letras mais reflexivas, os efeitos diminuem de impacto, mas não de interesse.

Uma das vantagens do U2 sobre outras bandas é que faz bom uso do poder de idolatria para oferecer algo além do esperado. No show de Chicago, foi buscar lá do primeiro álbum coisas obscuras como a dobradinha An Cat Dubh/Into the Heart, não incluída no roteiro do México (até sexta-feira a produção brasileira não tinha divulgado o repertório a ser apresentado no Morumbi). Diferentemente da anterior
Elevation Tour, que chegou aqui só em DVD, nesta Bono e seus companheiros decidiram recuperar jóias esquecidas como as duas citadas, Cry e The Electric Co., do álbum Boy, de 1980, e a melancólica 40, que encerra o show, já no bis. Tomara que aqui também não fique só nos hits, que aparecem em profusão.

Bono discursa um bocado entre uma música e outra e mais longamente antes de One, pregando pela fé no futuro, pelos sonhos de cada povo, etc. No final de Running to Standstill há até uma leitura de alguns itens da Declaração dos Direitos Humanos feita por uma mulher, projetada no telão. 'Os sonhos de cada um são iguais sob os olhos de Deus', prega Bono.

Em Chicago, na balada One,o cantor convocou o público a levantar seus telefones celulares com as luzes acesas. O gesto tinha relação com o discurso em que ele convocava o presidente americano George W. Bush e o primeiro-ministro britânico Tony Blair a dar apenas um telefonema para resolver a situação da África. Independentemente do que vier a ser em São Paulo, o efeito é simbólico pela substituição dos isqueiros do passado, que acompanhavam momentos do gênero em shows de arena.

Outra passagem de grande impacto visual e de comoção acompanha Where the Streets Have no Name, quando parece que palco e platéia, sob um banho de luz intensa, parecem entrar em erupção. Entre os hits, afora New Year´s Day, que se parece muito com o original, as outras ganham novo fôlego. Sunday Bloody Sunday, Pride (in the Name of Love), Where the Streets Have no Name, One, como não poderia deixar de ser, são os momentos em que o público mais interage com o grupo.

No bloco final se concentram Zoo Station, The Fly e Mysterious Ways, três canções do álbum Achtung Baby, que parecem menores diante das demais, mas ainda assim confirmam sua força. Uma das qualidades do roteiro que o U2 montou no início da turnê estava no fato de equilibrar todas as fases, com canções antigas e um punhado de novidades. Oito canções de How to Dismantle an Atomic Bomb,in- cluindo a linda Yahweh, estavam no set list original. Como no México tudo mudou, só resta aos brasileiros ficar na torcida. De qualquer maneira, esta volta do grupo tem trunfos de sobra para superar a anterior.

By Barril de Porva!!!

Franz Ferdinand, a festa que antecede a catarse

Antes da provável catarse do U2, há (pouco) tempo e espaço para o bom dance-rock do Franz Ferdinand. O quarteto escocês só vai fazer seu show completo na quinta-feira no Circo Voador, na Lapa carioca, mas em 40 minutos deve condensar o melhor de seus dois primeiros álbuns, Franz Ferdinand (2004) e
You Could Have It so much Better (2005), lançados no Brasil pela Trama.

Tudo bem que já está todo mundo saturado de Do You Want To (o primeiro single/ hit do CD mais recente), mas não dá para dispensar a boa oportunidade de ouvir/dançar isso ao vivo no meio de mais 70 mil pessoas. O estilo cool desses conterrâneos do Belle & Sebastian pega melhor num clubinho com pista e como o de outras bandas indie não muito adequadas a arenas, tende a se dispersar em grandes ambientes, mas o Morumbi deve ser um bom teste para seu cacife sonoro.

Já houve quem tivesse apontado o Franz como o 'melhor The Stranglers' do momento, referência à tendência das novas bandas em soar como outras antigas e até extintas, mesmo que só toquem músicas novas. Nas canções do Franz há referências explícitas, como The Cure, David Bowie, The Clash, Beatles (em Eleanor Put Your Boots on), Madness ('You´re the Reason, I´m Leaving') e até The Strokes, como também ocultas.
Em entrevista ao Estado, o baixista Bob Hardy revelou que Walk Away, uma das melhores faixas de You Could Have... faz citação (imperceptível, convenhamos) de Hall of Mirrors, do Kraftwerk. De qualquer maneira, como disse Hardy, o Franz pode não revolucionar nada, mas acumula um número invejável de boas canções em apenas dois álbuns. É tudo o que eles querem deixar para o futuro, além de se divertir nas viagens com os shows.

Como uma infinidade de bandas que infestam porões e garagens do Reino Unido, o Franz Ferdinand passou a ser badalado tão logo surgiu em 2001, em Glasgow, na Escócia.
Diz a lenda que Bob Hardy (ele confirma) decidiu criar a banda na cozinha da sua casa com o vocalista e guitarrista Alex Kapranos. Depois chamaram Nick MacCarthy (guitarra) e Paul Thomson (bateria). De uma hora para a outra, os quatro viraram a sensação do momento, acumulando prêmios e ganhando popularidade com o hit Take me out (carro-chefe do primeiro álbum), que surpreendia pelas variações de ritmo e andamento e também contava com o apelo homoerótico. Eles também não levantam bandeira nenhuma, seja sexual, política ou social. Bem diferentes do que os fãs do U2 cultuam, pendem mais para a tendência festeira e inconseqüente do rock, com combustível suficiente e autonomia de vôo.

By Barril de Porva!!!

Copa delira: o palco-trenzinho dos Stones desliza até a galera

Show no Rio teve seu grande momento quando a banda avançou na direção da platéia, de 1 milhão de pessoas

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'Tem gente de São Paulo aqui, hein? E da Bahia? E de Porto Alegre? E do Rio? Vocês são fantásticos.' Mick Jagger sabia perfeitamente que estava celebrando uma espécie de missa multicultural, multigeográfica, multirreligiosa, quando os Stones pisaram o palco, às 21h45. O rock tornou-se a única linguagem para as mais de 1 milhão de pessoas que se reuniam na orla de Copacabana - e detalhe, em paz: até o fim do show, nenhum incidente grave foi registrado pela polícia.

O líder da turnê A Bigger Bang só parava de cantar para desfilar frases em português, das tradicionais 'Olá, Rio! Olá, Brasil!' e 'Boa noite, galera' até 'Copacabana, este é o melhor lugar do mundo'. Mas a praia se rendeu mesmo aos Stones quando uma espécie de trenzinho levou a banda inteira, tocando Miss You, ao meio do público, por meio de uma passarela com trilhos. Ali, Mick fez gracinhas, do tipo 'as mulheres são lindas aqui, hã?' e posou para as fotos dos fãs, com máquinas amadoras e celulares.
As explosões que vieram do telão no início do show demonstravam a tese do big bang roqueiro. Era um passeio por grandes centros urbanos: Nova York, Paris, Londres, São Paulo, Rio. Os Stones começaram com Jumping Jack Flash, uma novidade, uma vez que a turnê costuma abrir com Start Me Up. Mick Jagger vestia um Spencer prateado, jeans preto, tênis preto e cinto cintilante.

Keith Richards, com um terno bordado nas costas em dourado, estava eloqüente com suas guitarras Fender e depois Gibson pretas, mostrando disposição em uma noite já muito escaldante em Copacabana.

Em dado momento, Jagger endereçou um recado para o público que estava fora das áreas confortáveis de vips e convidados - cheias de globais, como Malu Mader e Dado Dolabella. 'Todo mundo lá atrás', disse, pedindo apoio. Logo a seguir, com uma camisa azul por cima da camiseta preta, emendou Wild Horses, uma das mais belas baladas do rock.

Ele também falou, demonstrando que é um bom homem de negócios, sobre a audiência que a transmissão do show estava alcançando. O sucesso no Brasil se estendia aos Estados Unidos e ao México. E sem direito a errar nenhuma canção: na bateria de Charlie Watts, em ambos os lados, havia dois painéis acrílicos onde estava descrito todo o repertório. Da passarela em diante, foi só petardo: Rough Justice, Honky Tonk Women,
Simpathy for the Devil, Start Me Up, Brown Suggar. Para finalizar, aquela que todo mundo esperava: Satisfaction.

O guitarrista Keith viveu seu momento de herói ao cantar This Place is Empty. Ao terminar, o pessoal do fundão mandou um grito de guerra: 'olê, olê, Richards, Richards'. Enquanto o guitarrista cantou duas músicas, a segunda intitulada Happy, o colega Ron Wood fez um belo slide guitar, sentado no centro do palco. Os Stones tocaram ao todo 20 canções e a consagração final veio no bis: Jagger vestia uma camiseta branca com a bandeira do Brasil estampada. Ele então emendou You Can't Always Get What You Want e, finalmente, Satisfaction.

By Barril de Porva!!!

Horário de verão acaba à meia-noite de sábado em dez Estados e no DF

O horário de verão acaba à meia-noite deste sábado, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora. Em vigor desde 16 de outubro do ano passado, o horário diferenciado atinge dez Estados - Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Dados preliminares do Ministério de Minas e Energia apontam que a medida gerou redução de 4,6% na demanda por energia no Sudeste e no Centro-Oeste e de 5,6% no Sul. A demanda é a quantidade máxima de energia consumida em um determinado momento do dia, geralmente no horário de pico, entre as 17h e as 22h.

A quantidade de energia que deixou de ser consumida - 2.225 MW - equivale à demanda de uma cidade de 4,5 milhões de habitantes. Para o governo, a meta foi "plenamente atingida".